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Exibição de anúncios com endereços

Posted on 28 setembro 2009 by Wilson Garcia

Apesar do recurso de exibição dos anúncios com endereços estar disponível desde de julho deste ano, acredito que ainda é desconhecido por muitos  anunciantes.

O Adwords disponibilizou um novo recurso que permite mostrar o endereço do anunciante com o anúncio quando for relevante.

Os endereços são exibidos quando relacionados à localização geográfica do usuário,  pela rede de pesquisa do Google, Google Maps e Google Earth.

Na busca do Google por exemplo, o anúncio de texto aparece com uma 5ª linha, logo abaixo da URL de visualização, que contém o endereço que você tiver definido.

lojakings_google

Outro exemplo é no Google Maps, além de ter a 5ª linha com o endereço, você também pode personalizar o ícone e imagens que aparecerão.

lojakings_maps

Como dito anteriormente, os endereços são exibidos quando relacionados à localização geográfica do usuário. Exemplificando caso minha campanha esteja direcionada somente para São Paulo, SP.

enderecos_anuncios

*Usuários que não são identificados pelo endereço IP vêem anúncios com extensão local se adicionarem palavras-chave relacionadas a estados e cidades em suas buscas no Google.

Para configurar as extensões de anúncios na nova interface do Adwords, basta acessar a aba de Configurações da campanha escolhida, e procure pela seção Público-alvo. Clique no sinal (+) em Exibir endereços relevantes nos anúncios (avançado) para ver as opções, que pode ser pelo vinculo da conta da Central  de Negócios do Google Maps ou pela inserção manual de endereço.

Informação adicional nunca é demais, principalmente aquelas que ajudam aos usuários da web a saber mais sobre sua empresa.

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Nova Interface do Google Adwords

Posted on 31 agosto 2009 by Gustavo Abreu

Faz algum tempo que compartilhei com vocês, logo no lançamento, as primeiras impressões da nova interface do Google Adwords. Naquela época, a nova plataforma já se mostrava promissora, mas, muitas de suas funcionalidades e qualidades ainda estavam para ser relevadas ou não as conhecia.

Agora, após aproximadamente três meses de experiência e o fim da versão beta da plataforma, posso falar com mais propriedade e segurança sobre a interface e como ela ajuda no dia-a-dia do profissional de SEM.

Para mim, a grande qualidade da plataforma é a sua praticidade, configurações e ajustes finos ficaram mais fáceis e a menos cliques de distância. Mas, não vou me alongar numa análise genérica, que acredito não agregar em nada. Meu objetivo é pontuar algumas das melhores ferramentas disponibilizadas pela nova versão do Adwords.

Visão Estrutural:

Visualizar a estrutura da campanha ficou mais acessível. É muito simples pular de campanhas para grupos de anúncios, de grupos para palavras-chave, etc.

A barra lateral esquerda da interface possibilita viajar com mais rapidez entre as campanhas e grupos de anúncios – é parecido com a barra do Google Analytics e com o Windows Explorer.

Além disso, ao lado dessa barra encontramos uma nova divisão por abas da estrutura da conta (Campanhas / Grupos / Configurações / Anúncios / Palavras-chave / Redes). E é essa divisão que realmente faz a diferença. É muito fácil navegar entre as abas e analisar tanto geralmente quanto especificamente cada aspecto da conta. E não é só, pois além de facilitar a análise da campanha, o novo visual auxilia alterar as configurações e fazer ajustes finos com mais rapidez.

Essa visão estrutural permite um olhar mais abrangente da conta.

Configurações da Campanha:

Pouca coisa mudou nas configurações da campanha. Algumas novas opções de ajustes foram acrescidas e sobre elas que quero falar.

Nas configurações de público-alvo agora é possível exibir endereços nos anúncios, onde é possível adicionar informações de endereço sobre sua empresa no anúncio quando este é Google e adendos.

Em lances e orçamento podemos escolher entre duas opções de lances: cliques ou conversões. Lances por cliques acham que todos conhecem. Mas, direcionar a campanha com foco em conversões, da forma com é possível e feita agora, é algo novo e realmente interessante. Ajustando a campanha com “foco em conversões” o sistema do Google analisará a sua campanha identificando um lance de CPA relevante e a partir disso gerenciar seus lances de CPC para que a sua campanha converta em relação ao CPA máximo configurado.

E por fim, nas configurações avançadas é possível limitar a exibição dos seus anúncios para um usuário único.

Demais vantagens:

Como sempre o Google continuamente agregar novas ferramentas que buscam aprimorar o uso do sistema, assim melhorando os resultados obtidos por seus anunciantes. Algumas ainda estão em testes e difundidas apenas para alguns – o blog do Adwords em inglês é um bom lugar para conhecer essas ferramentas. Porém, outras já estão disponíveis.

Como exemplo, limite a exibição de palavras-chave por um grupo de anúncio específico, no botão de “mais ações” você verá a opção “edição de planilhas” – é como se você tivesse um Excel embutido no Adwords. Acho que não preciso entrar em detalhes ou comentar a extensão dessa ferramenta e como ela torna ainda mais prática a edição em massa das configurações de palavras-chave.

Outra vantagem da interface é a visualização da rede de conteúdo. Caso sua campanha não esteja configura para “seleção manual de canais”, não é preciso mais gerar um relatório para acompanhar e conhecer os sites que seus anúncios são expostos, na própria plataforma é possível visualizá-los, analisar seus desempenhos e se necessário excluí-los da campanha.

Ainda há muito que aprender, explorar e melhorar nessa nova interface, como o fato de que algumas pessoas que a acessam reclamarem da demora no carregamento da mesma. Mas, como sempre, o Google oferece um serviço superior à concorrência, justificando sua liderança.

Links para saber mais:

http://adwords-br.blogspot.com/
http://adwords.blogspot.com/
http://adwordsagency.blogspot.com/

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Não seja punido pelo CTR

Posted on 28 agosto 2009 by Wilson Garcia

Na realidade sabemos que não é só o CTR que vai influenciar no desempenho de uma campanha, outros vários fatores refletem para o índice de qualidade.

Mas nesse artigo gostaria de forma objetiva focar na taxa de cliques, a variável que na minha opinião é a mais importante para o benefício de uma campanha, em particular de Links Patrocinados.

Ações para melhorar o CTR é uma habilidade vital por duas razões. A primeira é que altos CTRs podem criar campanhas econômicas, permitindo lances menores por cliques e a manutenção da classificação dos anúncios na primeira pagina de resultado, na maioria dos casos entre as primeiras posições. A segunda razão é evitar que palavras-chaves sejam desativadas ou punidas com altos lances por cliques para exposição na primeira pagina.

Para exemplificar a importância dessa métrica, podemos dizer que alto CTR = menor CPC / maior posição e baixo CTR = alto CPC / baixa posição.

Os cenários mais comuns com problemas de baixo CTR são aquelas campanhas com anúncios de pouca relevância frente aos assuntos buscados.

Iniciativas para melhorar a taxa de cliques giram em torno da organização dos grupos de anúncios,  seleção das palavras e opções de correspondência. E mais importante, teste de variações de anúncios.

Associado ao post, recomendo a leitura do artigo Tire o maior proveito dos anúncios

E afinal, qual é a melhor média de taxa de cliques?

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Tire o maior proveito dos anúncios

Posted on 10 julho 2009 by Wilson Garcia

A disputa pelos espaços publicitários nos resultados de pesquisa está cada dia mais concorrida, e no meio de tantos anúncios como destacar minha empresa?

Daí surge nosso principal objetivo quando se cria um anúncio. Captar a atenção do usuário e diferenciar produtos ou serviços em relação aos concorrentes.

Para conseguirmos esse objetivo de forma relevante nos Links Patrocinados, e obviamente passar confiança aos interessados na busca, separei algumas regras que devemos considerar na criação dos anúncios:

Regra #1:  O título do anúncio deve coincidir com a busca realizada

A regra aqui é não ter apenas anúncios genéricos. É melhor criarmos um número maior de títulos específicos do que um número menor de anúncios sobre um tema geral. Possivelmente, a taxa de cliques (CTR) aumente, pois mostra aos usuários que o anúncio está associado com a pesquisa que eles estão efetuando.

Regra #2:  Conheça o seu público-alvo e fale a mesma língua deles.

Quando possível, faça variações de anúncios com jargões ou gírias para adequação da comunicação com o seu target. Ex.: “Compre sua camisa oficial do Mengão…” para torcedores do Flamengo.

Regra #3: Filtre seus “Prospects”

O processo de filtragem inicia com a seleção das palavras-chave e inclusão de palavras negativas. Mas ainda não é o suficiente.

Por exemplo, vamos imaginar que minha oficina só trabalhe com marcas importadas e na minha campanha tenho a palavra “oficina de carros”. Apesar de ser uma palavra ampla, meu anúncio é explícito ao ramo de atuação do meu negócio.

anúncio

 

 

 

Ademais, devo colocar preço no meu anúncio? Vale o teste! Se o usuário estiver num processo mais avançado da etapa de compra, possivelmente não vai clicar no seu anúncio se não gostar do preço ou da condição de pagamento evitando desperdiço do seu custo com o clique.

Regra #4 Insira frases de chamariz (Call to Action)

Estimule o seu potencial consumidor com anúncios atraentes e com frases de chamariz, mostre benefícios de seus produtos ou serviços, vantagens comerciais, como boas condições de pagamento, frete grátis, ofertas. Além das expressões: Conheça, Acesse, Compre, Ligue, Confira, Inscreva-se e etc.

Regra #5 Faça testes e escolha o mais eficaz

Não faça apenas um anúncio por grupo. A variação de anúncios possibilita o monitoramento e avaliação daqueles que não produz bom desempenho aos seus objetivos de marketing. Seja pela baixa taxa de cliques ou de conversões.

Ademais, não podemos esquecer de relacionar o anúncio para a página de destino apropriada.

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Maior exposição não garante bons resultados

Posted on 06 julho 2009 by Gustavo Abreu

Ainda hoje na publicidade, muitos confundem exposição com performance. Muitos pensam que para garantir bons resultados é necessária a exibição massiva de propaganda. E isso não ocorre somente na mídia off-line.

E quando transferimos isso para Links Patrocinados, muitos acreditam que aparecer na primeira posição e 24/7 é o modo mais eficiente de se garantir bons resultados. Pela minha experiência, não é.

O mais importante em uma campanha de LP com objetivos de desempenho – resultados mensuráveis que envolvem conversões – é compreender que não interessa quantas vezes eu exponho o usuário aos anúncios, mas sim como – o que ofereço a ele.

Vamos analisar o posicionamento.

Logicamente, que em termos muito concorridos, estar na primeira posição pode lhe trazer uma vantagem. A questão aqui é analisar o preço de estar em primeiro lugar, perguntar-se se compensa. Pois, se para ficar no topo for necessário um altíssimo CPC, certamente que isso afetará o seu resultado.

Naquelas palavras-chave menos concorridas e imprescindíveis para o negócio não é determinante estar lá em cima, uma posição intermediária é suficiente.

Minha experiência também indica que a exposição contínua e ininterrupta da campanha é algo a ser ponderado.
No caso, de termos mais importante, institucionais e que já se provaram extremamente eficientes, se for possível – e o investimento for suficiente – é interessante que seus anúncios aparecem todo momento no ar.

No entanto, aquelas palavras menos relevantes e no caso o investimento não ser suficiente, uma análise mais profunda se faz necessária. É fundamental analisar o comportamento do público-alvo do produto, compreender seus hábitos de compra e então definir os melhores horários e dias da semana para expor seus anúncios.

Tanto a experiência da empresa quanto as ferramentas disponíveis para Search Engine Marketing permitem que você recolha dados suficientes para um diagnóstico preciso do que sua campanha precisa.

Como dito, a exposição não lhe garante resultado, mas sim uma análise apurada e conhecimento dos mecanismos de Links Patrocinados.

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5 dicas para uma boa lista de palavras-chave

Posted on 25 junho 2009 by Jonathan Rodrigues

Nós, profissionais de SEM, sempre estamos à procura de mais visitas. Nunca ouvi alguém dizer que um site tinha visitas demais e gostaria de diminuir um pouco. Então, como obter uma grande quantidade de visitas?

A resposta é: Através dos sites de busca. De acordo com o IBOPE Nielsen Online, 34,5 milhões de pessoas acessaram a internet no Brasil, em maio de 2009. Estima-se também que a busca corresponde a mais de 80% das atividades desenvolvidas pelos brasileiros.

Como aparecer nos buscadores?
Claro que você já sabe que é possível aparecer através dos links patrocinados e pela busca orgânica, porém, eu gostaria de falar aqui sobre o ponto principal do universo das buscas. A palavra-chave. Elas serão utilizadas tanto para uma campanha de links patrocinados, quanto na construção de um texto ou nas meta keywords e descriptions do site. Por isso, selecionei algumas dicas para a seleção de palavras-chave:

1.    Selecione as principais palavras-chave relacionadas com o seu negócio

Imagine um número razoável de palavras que as pessoas poderiam buscar para encontrar o seu site. Se você já possui uma ferramenta web analytics, talvez seja possível conferir quais são as principais palavras que geram tráfego. Analise se essas principais palavras são as que você imaginou.

2.    Pense no público-alvo

Você precisa entender como seu público alvo busca por seus produtos ou serviços. Termos técnicos que só você busca podem nunca ser buscados por eles. Pense como um consumidor em potencial.

3.    Use palavras no singular e no plural, verbos diferentes, palavras com erro ortográfico, abreviações, etc

Não que os buscadores não consigam incluir o seu site no resultado da busca se a palavra está com “s” ou não, mas quando as palavras do site correspondem exatamente ao que o usuário digitou, as chances de ter um melhor posicionamento aumentam.

4.    Trabalhe a localização geográfica

Se o seu negócio atende apenas ou principalmente uma cidade ou estado, é imprescindível atrelar às palavras essa cidade ou estado. Por exemplo: Pós-graduação são paulo, vestibular em são paulo.

5.    Analise a concorrência

Isso vai te ajudar a entender não só como está o mercado, mas talvez você possa descobrir mais algumas palavras que ainda não havia pensado.

Depois que tiver concluído a sua lista de palavras, comece a filtrar e categorizar de maneira que estejam relacionadas com as diferentes seções do site. Pode ser que ela tenha ficado grande demais e que no impulso tenham sido inseridas palavras não relevantes ao negócio. Utilize a lista para ajustar o conteúdo do site. Talvez com ela surjam até idéias novas para gerar mais conteúdo interessante para os buscadores e para os usuários.

Com uma boa otimização do conteúdo e outras técnicas de SEO, você poderá atingir bons resultados no aumento do tráfego para o seu site. Bom trabalho!

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O desafio de estimar

Posted on 22 junho 2009 by Wilson Garcia

Umas das primeiras perguntas quando iniciamos uma nova campanha é  “Quanto devo investir? Qual vai ser o custo por clique geral da campanha? Vamos gerar quantos cliques em determinado período?

Profissionais de Search realmente tem essa árdua tarefa de prever valores com antecedência.

Se você não tiver uma bola de cristal, seja prudente e não “chute valores” ao menos que já tenha um histórico do setor para tomar como base sua estimativa. Ao contrário, os números poderão ser muitos distantes da realidade, devido à imprevisibilidade de algumas variáveis.

A ferramenta mais utilizada é o “estimador de tráfego do Google” . Mas como a própria ferramenta ressalta, os custos e as posições de anúncios reais podem variar.

Há diversas razões para você  refletir quando usar a ferramenta de estimador de tráfego:

1. O estimador de tráfego basea-se no volume de buscas do público em geral que pesquisa uma determinada palavra-chave tomando como base a taxa de cliques de anunciantes ativos. Ou seja, isso tende a ser instável, pois o comportamento de pesquisa é volúvel, e definitivamente fora do controle dos mecanismos de buscas e do nosso controle;

2. O próprio fato de ter como características lances por leilão significa que os custos são difíceis de prever, sendo que os anunciantes podem alterar suas ofertas freqüentemente;

3. A posição do seu anúncio é outro fator difícil de prever, porque além dos concorrentes, vai depender de como otimizado esta seus grupos de anúncios e palavras, sendo que o índice de qualidade afeta no desempenho da campanha;

Calcular volume de cliques e CPC médio não é uma tarefa fácil, por que não depende só da implementação de um arsenal de palavras-chave, mas sim, descobrir como elas vão progredir dia após dia.

Como só teremos uma idéia melhor do potencial do investimento após de um determinado período de campanha, devemos iniciar com orçamentos conservadores enquanto esperamos um histórico para avaliação.

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O Redator de Links Patrocinados

Posted on 17 junho 2009 by Gustavo Abreu

Ao contrário de outras áreas da publicidade, o Search Engine Marketing não possui “glamour” e dificilmente o deixará famoso, e por isso ainda é raro e complicado encontrar profissionais que se dediquem quase que exclusivamente a essa área. Imagine então ser especialista em uma função específica do SEM– o redator de Links Patrocinados.

Para aqueles que não se importam com o lado “famoso” da publicidade, trabalhar com SEM e como redator de links patrocinados pode ser recompensador profissionalmente.

O que é ser um Redator de Links Patrocinados?

Um bom redator é aquele que sabe como adequar a mensagem pré-estabelecida do anunciante para a mídia em questão e adaptá-la às metas da campanha. Muitas vezes o redator terá que lidar com certas limitações, pois é necessário ater-se a textos e conceitos pré-determinados.

Por exemplo: um anunciante de computadores deseja iniciar uma campanha de SEM.

Mas, ao contrário das campanhas offline e online que o cliente já faz e que buscam transmitir ao usuário uma imagem de excelência para a marca – branding, o objetivo da campanha de Links Patrocinados será vender PCs – varejo.

O redator deve então pegar a mensagem já utilizada pelo cliente e adaptá-la.

Comunicação Offline e Online:
Marca X. Tecnologia e Qualidade Premium

Comunicação SEM:
Deseja comprar um Computador? Tecnologia e Qualidade Premium é com a Marca. Confira!

A princípio, parece algo simples, mas não é. Requer um conhecimento profundo do comportamento dos usuários de ferramentas de buscas e das diretrizes do veículos.

E fácil também confundir SEM como uma mídia varejista. Porém, tais campanhas podem ter como objetivos construir e solidificar uma marca ou simplesmente divulgá-la.

O redator de Links Patrocinados não é responsável somente pelos anúncios, sua função também é planejar a estrutura da conta no sistema do veículo e, claro, selecionar as palavras-chave.

Logo, como dito a poucos parágrafos, conhecer o público-alvo e seu comportamento é esencial para direcionar esforços para o que pode dar certo.

Ao decidir como dividir a conta em campanhas, grupos, etc. o redator precisa conhecer a fundo a ferramenta de busca com que está trabalhando, essa divisão é extremamente importante e determinará a eficiência do seu investimento.

Como deve ser feita redação para Links Patrocinados?

A redação de Links Patrocinado precisa ser relevante, tanto para o usuário quanto para o sistema de busca.

Para usuário, é preciso ter em mente a ação de busca do mesmo. Compreender que ele está sendo impactado pela publicidade simplesmente pois essa adequa-se a sua pesquisa/necessidade. Assim, o texto não deve ser invasivo. Deve oferecer o que o usuário deseja e estimulá-lo a interagir com o anúncio.

Como disse acima o conhecimento do redator sobre a search engine é imprescindível. Sem essa sabedoria é impossível selecionar os termos relevantes, planejar a estrutura de grupos e criar anúncios que sejam eficientes.

Enfim, o mercado de SEM está em plena expansão no Brasil, e precisa de mão-de-obra qualificada. Então não seria estúpido pensar que profissionais qualificados serão bem vistos e recompensados.

Apostar nessa área até o momento, para mim, tem sido mais que satisfatório.

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Ciclo de Compras – Rede de pesquisa e conteúdo – Parte 02/02

Posted on 28 maio 2009 by Wilson Garcia

A primeira parte deste artigo, comentei quais são as etapas do ciclo de compra que podemos considerar na rede de pesquisa e suas duas primeiras fases (Informações e Comparação).

A seguir continuaremos com a terceira e última fase da rede de pesquisa e as quatros etapas do ciclo para rede de conteúdo.

3. Decisão:

O consumidor já tem uma marca, modelo ou serviço específico preferido, mas ainda não esta seguro em qual empresa será realizado o melhor negócio.

Recomendação:

Grupos de palavras: termos específicos como “fiat punto turbo” e “ford ka flex” (automotivo); “curso de direito na fmu” e “faculdade de odonto na unip” (educação); “nike air max” e “tênis diadora aros ” (artigo esportivo);

Anúncios: colocar no título o termo + marca + modelo.  No descritivo colocar o preço. Pois se o consumidor não gostar do preço, não vai clicar e você economizará o custo desse clique;

Pagina de destino: direcionar para o produto específico buscado.

4. Pós-compra:

Para nós gerenciadores de campanha em Search, não necessariamente interessa saber se o comprador ficará satisfeito, um pouco satisfeito ou insatisfeito com a compra. Nosso objetivo nessa etapa é saber como podemos complementar a compra inicial.

Recomendação:

Grupos de palavras: termos genéricos e/ou específicos como “roda esportiva para o punto” e “acessórios para o ford ka” (automotivo); “curso de especialização em direito tributário” e “pós graduação em RH” (educação); “mochila para academia” e “suplemento alimentar para atletas” (artigo esportivo);

A estratégia para esse estágio é similar ao da busca por informações.

Para rede de conteúdo devemos desenvolver estratégias que provoquem o interesse do internauta, diferentemente da rede de pesquisa que a busca é realizada pelo consumidor intencionalmente.

O Google exemplifica de forma objetiva e explicativa as quatros fases do ciclo de compra da rede de conteúdo: Atenção, Interesse, Desejo e Ação.

Na prática o internauta que navega em algum site de conteúdo ainda não efetuou uma  busca , simplesmente a intenção inicial é o interesse pelo conteúdo exposto. O que acontece no momento da navegação é visualização do anúncio que gera a primeira fase do ciclo (Atenção), com o anúncio bem posicionado num site relevante para o produto ou serviço oferecido, temos a possibilidade do alcance da segunda fase do ciclo (interesse) pelo alinhamento do produto e público-alvo que visitam o site.

A continuidade do ciclo (desejo) são determinados pela seleção do produto, seus preços ou outras vantagens comerciais que influenciam a resposta do comprador com a efetivação da compra (ação).

ciclo-google21

Recomendação:

Para primeira e segunda fase o ideal é a utilização dos anúncios gráficos (banners) que possuem maior impacto que os anúncios em texto. A comunicação deve ser mais chamativa e apelativa do que os anúncios da busca.

Para terceira fase não aconselho usar anúncios genéricos para sites segmentados se o objetivo for conversação. Obviamente campanhas promocionais são mais atrativas.

Afinal nem sempre os internautas consumidores seguem seqüencialmente o ciclo, eles podem pular ou até voltar algumas etapas.

Espero ter colaborado de forma simples e objetiva a importância do ciclo de compra aplicada numa campanha distribuída pela rede de pesquisa e de conteúdo.

Lembrando que temos resultados diferentes para cada etapa do ciclo. Cada etapa possui um propósito e deve ser avaliada no momento da otimização.

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Ciclo de Compras – Rede de pesquisa e conteúdo – Parte 01/02

Posted on 21 maio 2009 by Wilson Garcia

Esse artigo tem como objetivo exemplificar de forma prática e intermediária como podemos alcançar todos os estágios de um modelo de ciclo de compras comum pensando em ações para links patrocinados e para anúncios veiculados pela rede de conteúdo.

Sabemos que muitas pessoas compram por impulso, mas também sabemos que muitas, entretanto, compram após passarem pelos estágios comum do processo de decisão de compra após o desencadeamento de uma determinada necessidade.

Nós profissionais de Search Marketing devemos entender o comportamento do consumidor para diferenciar e estruturar a campanha em grupos de palavras e anúncios relacionados a cada etapa do ciclo.

Para rede de pesquisa podemos fragmentar o ciclo em “Informações”, “Comparação”, “Decisão” e “Pós-Compra”.

1. Informações:

Os consumidores nesta etapa normalmente desempenham uma função de busca informativa. Por meio da busca de informações acabam tomando conhecimento de marcas concorrentes e seus atributos.

Recomendação:

Grupos de palavras: termos genéricos como “carros usados” e “carros novos” (automotivo); “faculdades” e “faculdades em são paulo” (educação); “tênis para corrida” e “tênis de basquete” (artigo esportivo);

Anúncios: destacar o nome da empresa e evitar preços;

Página de destino: para todos os serviços e produtos disponíveis referente à categoria buscada;

Palavras negativas: se os grupos de palavras-chave estiverem com correspondência de palavras-chave ampla ou de frase, podemos adicionar palavras negativas para ajudar a qualificar o clique. Exemplo: -medicina e –direito (faculdade de tecnologia); -toyota e –fiat (Concessionária Renault); -mizuno e –adidas (loja de artigos que vendem somente Nike e Puma).

2. Comparação:

Nesse estágio o consumidor já consegue avaliar as possíveis alternativas da concorrência, mas possivelmente ainda não tem um atributo relevante associado ao serviço ou produto.

Recomendação:

Grupos de palavras: termos semi-genéricos como “carro fiat” e “carro de luxo ford” (automotivo); “faculdade de direito” e “universidade de medicina” (educação); “tênis nike” e “tênis de basquete NBA” (artigo esportivo);

Anúncios: colocar no título o termo + marca e destacar as vantagens competitivas no descritivo;

Página de destino: para a categoria dos produtos daquela determinada marca ou serviço.

Darei continuidade ao assunto na segunda parte com as duas últimas etapas da rede de pesquisa e do ciclo da rede de conteúdo.

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Quando otimizar a campanha com novas palavras-chave e anúncios?

Posted on 13 maio 2009 by Gustavo Abreu

A minha experiência como redator de links e agora como coordenador de conta penso que ao otimizar uma campanha que já está no ar, alterar lista de palavras-chave e os anúncios deve ser a última etapa do processo.

Logicamente que em alguns casos é evidente a necessidade de alterar as palavras e anúncios. E quando não é: existem outros pequenos ajustes para trabalharmos.

Primeiramente, é essencial concentrar esforço para analisar o CPC geral da campanha e de cada palavra. As ferramentas, o Google principalmente, nos fornecem diferentes informações (índice de qualidade, cpc mínimo para a primeira página, etc.) que nos permitem identificar o quanto o valor estipulado para o clique afeta o desempenho das campanhas. E esse valor é o ajuste mais básico e primordial na hora de aperfeiçoar.

Verificado e, se necessário, alterado o CPC é hora de analisar o orçamento da campanha. Em qualquer campanha somos limitados pelo valor do investimento. Mesmo assim, é possível trabalhar a demanda ajustando o orçamento máximo e de que forma esse será gasto ao decorrer do período pretendido. No Google é muito fácil identificar se o orçamento delimitado é o suficiente, o sistema lhe informa a porcentagem da demanda total que a campanha está atingindo, além disso, é possível orientar a ferramenta para que regule o orçamento para ser gasto ao longo de todo o dia ou simplesmente entregar a verba o mais rápido possível de acordo com a demanda.  O Yahoo também lhe permite aferir se o orçamento atende a demanda, e ainda, esse orçamento pode ser limitado por campanha ou mesmo para toda a conta.

Agora, antes de criar novas palavras-chave e anúncios devemos rever toda a estrutura da conta. É necessário analisar se a divisão de campanhas e grupos está adequada aos seus objetivos e, principalmente, às diretrizes do veículo. Garantir essa adequação permite que o sistema (Google e Yahoo) qualifique a campanha da melhor maneira possível.
Após checar, analisar e ajustar o cpc, orçamento e a estrutura da campanha é hora de expandi-la, criando novas palavras-chave e anúncios.

O mais importante agora é focar nas suas necessidade, não gaste tempo e esforços à toa, verifique exatamente o ponto fraco da sua atual lista e anúncios, identifique o que precisa ser modificado totalmente ou o que apenas uma expansão revolva.

Seguindo esse processo de análise e ajustes é possível garantir a total eficiência da sua campanha.

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Vale a pena Investir em Palavras-chave Institucionais?

Posted on 05 maio 2009 by Wilson Garcia

Se minha marca aparece no topo dos resultados da busca natural, por que devo continuar comprando termos institucionais (da marca) na campanha de Links?

Vou citar alguns pontos que justificam a importância de comprar termos de branding para campanha de PPC, mesmo quando esses tem classificação privilegiada nos resultados naturais.

Qual grande anunciante com ações de Search Marketing que nunca questionou o uso de tais palavras-chaves?

Antes de expor minhas razões, pergunto: por que umas das principais marcas de produtos do Google (o Adwords) compra o próprio termo se a marca aparece no topo da pesquisa natural?

Google-Adwords

Desperdício de investimento? É claro que não! Eis a seguir bons motivos para se pensar ao contrário.

Primeiramente, termos institucionais em PPC permitem uma comunicação mais dinâmica. Podemos constantemente trabalhar o descritivo dos anúncios com diferentes ofertas e/ou apelos comerciais que não são possíveis na busca orgânica em curto prazo.

Por exemplo: Dia 08/03 foi comemorado o Dia Internacional da Mulher imagine buscar pelo nome da rede social feminina Bolsa de Mulher, e além do tradicional resultado natural, o site ofereça ao usuário um anúncio de links patrocinados com uma mensagem focada nesse dia comemorativo. Seria interessante e ajudaria a melhorar a percepção da marca, não?

bolsa-de-mulher

E o impacto que essa estratégia (busca natural + links patrocinados) gera ao melhorar a percepção da marca (branding) é outra razão para utilizá-la, e uma interessante pesquisa realizada pela Enquiro Research para o “The Brand Lift of Search” demonstra isso.

Para aqueles que ainda não se convenceram da importância da compra da marca em busca, leiam o artigo sobre conversões da Omniture.

Analise e compare o desempenho de sua campanha testando você mesmo, um mês, simplesmente integrando alguns anúncios a um grupo com variações de termos de sua marca.

Lembrando que é interessante saber quantos players compram sua marca, a popularidade da mesma (Google Trends) e a receita gerada quando o termo é oriundo somente do resultado orgânico (sem veiculação dos links).

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Rede de Conteúdo – Visão Geral

Posted on 26 abril 2009 by Wilson Garcia

Na minha opinião, a Rede de Conteúdo é um complemento da Rede de Pesquisa, uma forma de maximizar a visibilidade da marca, produto ou serviço e conseqüentemente estender o volume de tráfego gerado para o site.

Muitos anunciantes precisam ser flexíveis em relação à distribuição por conteúdo, muitos ficam receosos em experimentar e testar argumentando não possuir controle da exibição dos seus anúncios entre os diversos canais disponíveis e duvidam da qualidade da audiência.

Até concordaria com esse argumento há três anos, pois era complicado monitorar e acompanhar em que sites os anúncios estavam sendo publicados, uma vez que não tínhamos relatórios detalhados, somente uma linha no relatório geral nomeada de “Total – rede de conteúdo” mostrando apenas as métricas tradicionais como Impressões, cliques, CTR, CPC e Custo.

Confesso que era mesmo complicado convencer e aprovar a criação de uma campanha nesse modelo.

No entanto, as coisas mudaram e hoje temos muito mais controle e transparência neste modelo de distribuição, seja através da escolha dos tipos de campanhas (contextual ou canais) e de relatórios, que permitem identificar com detalhes os canais em que os anúncios são exibidos.

A idéia aqui é encorajar anunciantes a experimentar a Rede de Conteúdo e conscientizar que essa é uma grande oportunidade para expandir as possibilidade de alcance do seu público e, quando bem feita dá resultado.

Devido a extensão do assunto, e caso realmente interesse-se em conhecer mais sobre esse tema e seus benefícios, acho que vale a pena separar alguns minutos e assistir os dois vídeos que passam uma visão geral da Rede de Conteúdo.

Segue abaixo dois seminários sobre o assunto, sendo o primeiro realizado pela Natalia do Google e o segundo apresentado pelo Rodrigo do Yahoo!Search.

 
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Google e Yahoo!Search oferecem esse tipo de distribuição de anúncios, com exceção do Yahoo!Search que até o momento disponibiliza somente o tipo contextual.

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Ferramentas Palavras-Chave – Parte 02

Posted on 15 abril 2009 by Gustavo Abreu

Enquanto a interface da ferramenta de palavras-chave do Google é amigável e extremamente acessível – ignorando a necessidade de login – a ferramenta disponibilizada pelo Yahoo! Search é de certa maneira complicada e só podem fazer uso dela, aqueles que possuírem uma conta no veículo.

Para ter acesso á ferramenta é necessário logar no sistema do Yahoo! Search e então iniciar o processo de criação de uma campanha. Como exemplificado na imagem a baixo:
fig1

Após os dois primeiros passos – em que você configura o nome da campanha, a localidade de exibição do anúncio (nomeado como Geotarget pelo veículo) e o nome do primeiro grupo de anúncios – é quando finalmente se depara com a ferramenta.

fig2

O próximo passo é como o sistema recomenda inserir palavras que descrevam seus produtos e/ou serviços. Faça isso na maior caixa de texto à esquerda da tela. A ferramenta fornece outras opções como: analisar possíveis termos de busca em relação a um website – o Google também oferece essa opção; determinar que uma palavra específica deva aparecer junto com todas as demais sugestões; e claro, aquelas palavras que não tem interesse.

fig3fig4

Após determinar as palavras e clicar no botão “Obter palavras-chave”, o sistema irá sugerir termos relevantes. O Yahoo! Search permite também que você tenha uma idéia do volume de buscas mensais das palavras sugeridas. Então, basta selecionar os termos que lhe convém e estão serão transferidos para a caixa de texto à direita da tela.

fig5fig6

Como o sistema do Yahoo não oferece a possibilidade de download dessas palavras, caso deseje fazer uma lista delas no Excel é necessário selecioná-las na caixa de texto e copiá-las.

A grande limitação da ferramenta do Yahoo! Search é que esta não apresenta palavras-chave tão relevantes quanto o sistema do concorrente. O Yahoo retorna para você termos bem genéricos, que na maioria das vezes ajudam apenas a gerar tráfego.

Portanto, em função da acessibilidade e melhor apuração de termos relevantes, recomendo a vocês redatores ou coordenadores que utilizem a ferramenta do Google para ajudar a aperfeiçoar sua campanha.

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Relevância e o Google

Posted on 12 abril 2009 by Wilson Garcia

O Google tem uma paixão pela palavra relevância, e é esse substantivo que o faz o buscador mais importante do mundo, tendo razão para tanto.

Em primeiro lugar, o Google é o buscador que oferece aos usuários resultados cada vez mais relevantes, seja na busca natural ou no espaço dedicado aos anúncios (links patrocinados).

Basicamente, o objetivo é reforçar a confiança dos usuários naquilo que procuram (qualidade dos resultados) com rapidez.

Outra razão que não é citada pelo Google quando falamos de relevância, é a rentabilidade. Imagine anúncios não relevantes para aqueles termos que estão sendo buscados, não somente desapontaria quem busca como significaria poucos cliques, ou melhor, pouca receita.

O Yahoo!Search, em contrapartida, só adotou a ordem de relevância com a chegada da plataforma Panamá (fevereiro de 2007), onde os anunciantes não eram induzidos a produzir anúncios focados na relevância para serem favorecidos, e sim no quanto estavam dispostos a pagar por lance em relação aos concorrentes. Posso dizer que muitos anunciantes se favoreceram do fato de patrocinarem termos genéricos com irrelevantes anúncios para receberem poucos cliques e beneficiarem do branding.

Evidentemente a fórmula do Google não é um cálculo para aumentar a lucratividade do seu modelo de negócio (PPC), mas recompensar os anunciantes que oferecem ao usuário o que ele deseja e punir aqueles que se aproveitam das dúvidas e questões levantadas pelos usuários na busca.

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Google Adwords: Índice de Qualidade

Posted on 06 abril 2009 by Gustavo Abreu

google-quality-scoreUm dos principais problemas ao coordenar uma campanha de Links patrocinados no Google hoje é o “Índice de Qualidade”. È imprescindível que para o sucesso de uma campanha, essa possua um “quality score” considerável, permitindo que os anúncios sejam exibidos de maneira mais eficiente e, claro, mais baratos.

Para definir o “Índice de Qualidade” de uma palavra-chave o sistema do Google realiza uma complexa análise que é determinada por uma série de fatores. E ao iniciar uma nova campanha, o coordenador deve ter em mente tais fatores, preocupando-se em ajustá-los da melhor maneira possível. E pela minha experiência, três fatores são fundamentais para que a campanha comece a rodar de forma otimizada, são eles: o CPC inicial da palavra-chave; os anúncios; e a qualidade da pagina de destino. Logicamente, com o tempo é necessária total atenção não somente com esses fatores, mas com todos os outros (CTR, tempo de carregamento da página de destino, etc.).

Antigamente o Google inativava um termo quando oferecíamos um CPC abaixo do que o sistema requisitava. Hoje, isso não ocorre. O que acontece atualmente é que existe um CPC mínimo para cada palavra-chave para que essa seja exibida na primeira página. Para que você garanta um “quality score” decente para uma determinada palavra-chave no início de uma campanha, não coloque seu CPC à R$ 0,10, por exemplo. Será necessário gastar um pouco mais no início, colocando um CPC de R$ 0,35 à R$ 0,85 – até mesmo R$ 1,20 para termos mais genéricos. Ao colocar um CPC mais alto, você garante a exibição do seu anúncio na primeira página, além de uma boa posição e isso ajudará muito no histórico da campanha.

Quando for criar um anúncio, tenha em mente a necessidade de construir frases que comuniquem de forma clara seu produto/serviço, e mais, que na medida do possível contenha a palavra-chave que será agregada a a ele. Isso é fundamental para que o sistema do Google reconheça seus anúncios como relevante para o usuário, elevando seu “Índice de Qualidade”.

A página de destino é também um fator influenciador na determinação do “Índice de Qualidade”. Não adianta levar o usuário para uma página que não contenha o conteúdo que ele buscará inicialmente, o sistema do Google reconhece que o seu site não oferece uma comunicação adequada, diminuindo a relevância e conseqüentemente o “quality score”. Por isso, ser for possível peça ao cliente que torne a landing Page mais amigável, contendo os termos da campanha e algumas das frases utilizadas na comunicação dos anúncios.

Ao atentar-se para esses três fatores e garantindo que eles se adéqüem aos parâmetros de análise e relevância do Google, a sua campanha inicia a jornada de forma mais eficiente.

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Links Patrocinados – Por quê?

Posted on 02 abril 2009 by Wilson Garcia

Yes, We Can através do Links Patrocinados.

Tenho a opinião de que os Links Patrocinados ou Busca Paga deve ter sido a melhor coisa que já aconteceu para o Web Marketing.

Ter as páginas do seu site nas primeiras posições da busca natural não é fácil. A descrição oferecida ao usuário pode não ser o que ele procura ou mesmo pode não ser uma oferta cuidadosamente direcionada.

No caso dos Links Patrocinados, em particular o Google Adwords, é possível escrever no título e na descrição dos anúncios uma comunicação mais direta e interativa.

Induzimos o internauta para onde desejarmos, e por meio de tags monitoramos a navegação do mesmo, identificando comportamentos ou confirmando vendas.

Podemos também controlar a entrega e distribuição. Diferentes ofertas e promoções podem ser mostradas em diferentes épocas do ano.

Pausar a campanha, por exemplo, nos finais de semana se necessário, ajustar um ou outro grupo, palavra-chave que não geram um bom desempenho. Uma infinidade de recursos que permitem configurar a campanha da melhor maneira possível, de acordo com meus objetivos.

Pagar pelo trafego nos consente um grau de controle sobre a mensagem e o período da mesma.

Ademais, possuímos diversos mecanismos de busca em que podemos veicular, atingindo os mais variados públicos.

Podemos expor para usuários que buscam no Yahoo! Search ou UOL Links, além do Google.

Podemos utilizar a rede de parceiros desses buscadores/veículos.

É possível segmentar? Sim, direcionar apenas para áreas metropolitanas, outros países e até outros idiomas.

A intenção é de forma geral demonstrar que através do Paid Search temos o total controle sobre a mensagem, que é extremamente mais complicado com os resultados da busca natural.

Pagar por clique não é uma derrota, mas uma oportunidade de crescimento disponível para qualquer um interessado.

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O pós-clique é tão importante quanto a campanha

Posted on 26 março 2009 by Wilson Garcia

Verifico que a campanha de Links está bem estruturada e organizada, o orçamento diário é o ideal para que os anúncios sejam exibidos o dia todo, as palavras-chave estão bem direcionadas e são relevantes, o texto dos anúncios são específicos e extremamente segmentados para atrair usuários interessados nos produtos ou serviços oferecidos no meu site. E mesmo assim minhas vendas continuam fracas, o que está dificultando meus resultados?

Para continuar analisando o caso acima, é imprescindível o uso de uma ferramenta de análise de sites como o Google Analytics e investir em serviços de Business Intelligence para monitorar e avaliar eficientemente o site, já que em alguns casos, o problema pode não estar na campanha.

É perda de tempo gerar esforços de marketing se o site apresenta barreiras que dificultam o alcance do ROI positivo.

Assim que o consumidor entra no seu site, o tempo é muito curto, poucos segundos para convencê-lo que esta no lugar certo e seguro para transação.

A seguir, vários fatores e causas que após um clique qualificado atrapalham o processo de compra online:

• É necessário percorrer caminhos muito longos, confundindo o usuário, que conseqüentemente abandona a pagina;
• Formulários muito extensos, com muitos passos ou solicitando informações desnecessárias;
• O site apresenta problemas de compatibilidade com algum browser ou gera erros de programação na página;
• O produto ou serviço pretendido está indisponível ou sem informações suficientes.

Entre as 6 dicas que Susan Minniear descreve em seu artigo “Six Steps to Conversion Health“, destaco a dica sobre o detalhamento do produto:

“…Product image size is actually one of the most important conversion factors on your landing page. The bigger and more detailed a product image is, the more inclined the consumer is to make a purchase. Make sure the picture is clear and full-color to contribute to the professional appearance of your landing page. In addition to product images, pictures of people can also increase conversion rates.”

Lembrando sempre que quando o visitante acessa sua vitrine virtual, ele recebe uma forte bateria de informações visuais (design, modelos, cores, tamanhos, preço, combinações, descrições e etc) que serão processadas e analisadas em uma fase de compra que leva apenas alguns segundos para uma decisão de prosseguir ou abandonar a página, porém é muito importante que haja clareza e que não ocorram interferências.

Estas e outras causas dificultam a conclusão de uma transação e quando não corrigidas representam um prejuízo expressivo.

Antes de qualquer investimento em publicidade on-line, assegure-se que seu site esteja adequado ao público-alvo e de fácil navegação. O processo de compra on-line tem que ser rápido e fácil.

Vale a pena assistir o vídeo explicativo acima do CTO e fundador da Tealeaf sobre o comportamento do usuário e aproveitar esse conhecimento para iniciar a otimização do seu site e melhorar a experiência do seu cliente.

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Google Lançará uma nova Interface para o serviço Adwords

Posted on 25 março 2009 by Gustavo Abreu

Aqueles antenados no mercado de Search Engine Marketing ouviram rumores ou sabem que o Google lançará uma nova interface para o seu serviço Adwords.

Esse novo visual deverá ser lançado entre o final de março e o início de Abril em fase de teste, a versão final deve aparecer no segundo semestre.

Realmente, a nova estrutura ajudará muito. Está mais amigável, transparente e intuitiva.

O novo visual mistura o que vemos no atualmente no Analytics com traços do Google Editor – ferramenta off-line do Google para configuração e alteração de campanhas do Adwords.

Ex.: Assim com no Editor, agora termos uma coluna lateral em que termos acesso instantâneo as campanha e grupos de anúncios da conta, sem precisar navegar por diferentes páginas.

Nova visualização de campanhas

Nova visualização de campanhas

Serão inúmeras melhorias que facilitarão o dia-a-dia do coordenador, como: editar o CPC, a correspondência da palavra-chave diretamente na interface – bastará clicar sobre o CPC atual da palavra-chave e uma pequena janela abrirá possibilitando a alteração.

Mudar a Correspondência da Palavra-chave

Mudar a Correspondência da Palavra-chave

A busca avançada transformou-se num filtro em que poderemos, por exemplo, filtrar termos com 10 ou menos impressões, com CTR acima de 1% e muito mais.

Busca Avançada

Busca Avançada

A mudança será gradual, e para aqueles com receio em trabalhar na conta enquanto aprende a mexer na interface, durante toda a fase beta o Google permitirá migrar facilmente entre a atual versão e a nova.

E nos dias 1 e 14 de abril terá um treinamento online para ferramenta basta se inscrever e participar.

Links importantes:

- Inscrição da conta no beta test: http://services.google.com/adwords/aw_beta_signup
- Inscrição no treinamento online: http://www.google.com.br/centraldeagencias/

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Experiência da busca esta mais sofisticada

Posted on 20 março 2009 by Wilson Garcia

A empresa Hitwise liberou recentemente um relatório mostrando que o comportamento do usuário vem ficando mais sofisticado com as suas consultas.

O relatório releva que termos mais longos estão se tornando mais populares, nota-se que em 1 ano houve aumento nas consultas com mais de 4 palavras, com destaque para termos acima de 8 palavras que aumentaram 22%. Enquanto as consultas mais curtas de quatro palavras ou menos diminuíram em média 2%.

Consulta por Termos

Além de reforçar a teoria da cauda Longa, acompanhar essas tendências é fundamental para o planejamento de SEM, abrindo oportunidades para o desenvolvimento de anúncios e conteúdo.

Sabemos que quanto mais específico o termo buscado mais chances de gerar uma conversão. Existe uma boa razão comportamental para isso, pois quando os usuários iniciam suas consultas por uma ou duas palavras estão no estagio de pesquisa básica e numa segunda fase, acabam sendo diretos e seletivos, usando termos mais complexos.

Como um profissional de Search, você deve rever seu inventário atual de palavras e maximizá-las usando as ferramentas, para incluir palavras mais específicas.
 
Afinal a experiência e uso dos buscadores formam usuários mais maduros e confiantes, que sabem os caminhos para encontrar o que desejam.

Aproveitem no mesmo relatório para acompanhar a participação dos buscadores nos EUA, onde Google representa 72,11% do total de buscas.

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Google Interest-based Ads

Posted on 11 março 2009 by Gustavo Abreu

O Google lançou hoje um novo modelo de publicidade: Interest-based advertising.

Ainda é uma ferramenta em teste e aqueles anunciantes que desejam experimentá-la preencher esse formulário: http://adwords.google.com/support/bin/request.py?display=form&f=audience

Mas como ela funcionará?

1 – O Google monitora a sua navegação através de cookies e identifica automaticamente a áreas de interesse do usuário;
2 – Através de outra ferramenta chamada Ads Preferences o Google permitirá ao usuário determinar por quais publicidades o usuário será impactado. O usuário escolhe suas áreas de interesse (Automóveis, Entretenimento, Esportes, etc.) e então o Google cria um cookie que monitorará o usuário durante sua navegação. Clique aqui, para acessar a ferramente.

O vídeo abaixo, explica em mais detalhes como isso funciona.

Ao monitorar o usuário seja automaticamente ou através das indicações dos usuários, o Google permitirá aos anunciantes que direcionem suas campanhas para um determinado interesse, impactando quem realmente está interessado.

Realmente, para os anunciante é uma ótima notícia poder focar ainda mais suas campanhas em público-alvos específicos. Porém para aqueles usuários que se sentem violado e gostam de privacidade pode parecer ruim. E para esses, o Google preparou  esse: http://www.google.com/privacy_ads.html

Outras Informações:

http://www.google.com/ads/preferences/html/intl/en/about.html
http://googlepublicpolicy.blogspot.com/2009/03/giving-consumers-control-over-ads.html
http://googleblog.blogspot.com/2009/03/making-ads-more-interesting.html

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Checklist – Campanhas de Links Patrocinados

Posted on 23 fevereiro 2009 by Wilson Garcia

Questionar-se freqüentemente ajuda no bom desempenho da campanha.

Como hábito, questiono coisas do tipo: será que está tudo certo com a campanha? Os resultados estão atingindo os objetivos?

Para minimizar minhas dúvidas, com o tempo fui elaborando um checklist que me fornece uma visão geral do que é fundamental acompanhar para manter a campanha em equilibro e a melhorar continuamente.

  • A configuração da campanha está apropriada para os negócios do anunciante? Incluindo orçamento diário, CPC, idioma, país, região, e opções de distribuição (rede de pesquisa, de conteúdo, etc.).
  • Os lances estão muitos altos ou baixos? Tenho motivos para deixá-los altos ou baixos?
  • A estrutura da conta esta logicamente bem organizada?
  • E as conversões? Será que está tudo correto com o monitoramento da campanha e do site? Vendas? Leads? Preenchimento de inscrição? Etc.
  • Estou trabalhando as diferentes variações de anúncios? Será que duas variações são o suficiente?
  • Se as palavras indicam um baixo desempenho, estou fazendo o suficiente para corrigir esta situação?

Enfim, questões como essas são necessárias e recomendadas para a manutenção e aprimoramento das campanhas.

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Yahoo!Search correndo atrás da inovação no SERP

Posted on 20 fevereiro 2009 by Wilson Garcia

O Yahoo! divulgou no seu blog oficial o novo formato de anúncios em vídeo e imagem para a rede de pesquisa. Com isso, o assistente de busca do Yahoo! deixou de ser a última novidade.

Como citado no blog, eles vêm testando o novo serviço com alguns anunciantes, e para ter uma idéia, os anúncios “cobaias” veiculados no quarto trimestre apresentaram aumento em 25% na taxa de cliques, além da melhora da exposição da marca e taxa de conversões.

A empresa líder em rações para cachorros do mundo (Pedigree) esta entre os anunciantes que estão experimentando a inovação, em que adiciona um vídeo/comercial na caixa do anúncio textual.

pedigree

pedigree

A Pepsi também faz parte do grupo de experimentadores. Em seu anúncio mostrou um vídeo relacionado aos comerciais do SuperBowl.

pepsi

pepsi

Ao contrário de alguns comentários e questionamentos que andei lendo a respeito do novo modelo, achei inovador e interessante tanto para os anunciantes quanto para os usuários na experiência dos links patrocinados através do aumento da interatividade e envolvimento com a marca.

De acordo com minha experiência, penso que tal novidade não demorará para chegar ao Brasil, de fato aposto que chegará ainda no 1º semestre.

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Ferramentas de Palavras-chave – Parte 01

Posted on 17 fevereiro 2009 by Gustavo Abreu

Iniciar minha carreira como redator de links patrocinados me permitiu acesso e aprofundamento em algumas ferramentas essenciais para o aprimoramento de campanhas de Search. São elas: ferramentas de palavras-chave.

Tais ferramentas são utilizadas para facilitar a elaboração de listas de palavras-chave para a campanha. E atualmente os dois maiores veículos de Search no Brasil as fornecem.

É evidente, para quem as usa que a ferramenta disponibilizada pelo Google é muito superior à do Yahoo.

O Google oferece uma ferramenta mais amigável, que expõe de maneira mais limpa as informações. Além de poder ser acessada, sem que seja necessário logar-se ao sistema de Adwords do Google.

A ferramenta do Yahoo, além de uma interface mais complicada e, para iniciantes, de difícil entendimento. Mas, o principal empecilho é a necessidade de logar-se ao sistema do Yahoo.

Google Keyword Tool

Google Keyword Tool

Na imagem acima é possível constatar a interface clara e amigável da ferramenta provida pelo Google.

Basta digitar a palavra-chave na caixa de texto central, depois preencher a outra caixa com as letras exibidas e então clicar no botão.

Em poucos segundos o Google lhe retornará sugestões:

Google Keyword Tool 2

Google Keyword Tool 2

Na primeira base de palavras, encontram-se termos diretamente relacionados à aquele que você forneceu para a ferramenta. Na segunda base, são palavras-chave adicionais indiretamente relacionadas e que podem ou não contribuir para a campanha.

Além de fornecer sugestões e variações de palavras-chaves em função do termo pretendido. Você visualiza uma série de informações importantes para a escolha ou preterição de alguma palavra-chave.

Alguns exemplos de informações são:

- CPC médio estimado: O Google fornece um valor de CPC que possivelmente irá pagar pela palavra-chave. Lembrando que esse valor na é garantindo, podendo variar conforme uma série de fatores.

- Concorrência do anunciante: Através de uma barra o Google fornece um índice que informa o número de anunciantes que dão lances para determinada palavra-chave.

- Volume médio de pesquisa aproximado: Aqui o Google nos oferece uma idéia do o número mensal médio aproximado de consultas de pesquisa para determinado termo.

É possível conferir outras informações relevantes.

Após verificar tais informações é hora de escolher as palavras-chave que você estudou e considerou importante para a campanha. Basta clicar ao lado na palavra, no links que diz: “Adicionar”. Pronto, o termo será transferido para a coluna lateral, onde armazenará as palavras que escolheu.

Google Keyword Tool 3

Google Keyword Tool 3

Depois de listar toda a base de palavras-chave que julgou relevante, você tem duas opções:

- Fazer o Download (em texto, CSV para Excel e CSV comum).

- Caso esteja logado na conta e campanha corretos, inseri-las por meio do último botão da coluna à direita.

Essa é a ferramenta do Google e como proceder para tirar proveito dela. Logicamente, com o tempo e experiência você será capaz de usá-la de forma mais eficiente e rápida. Brinque, teste e aprenda.

No próximo post falaremos sobra a ferramenta do Yahoo! Search.

Até Lá.

That’s all folks.

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