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Exibição de anúncios com endereços

Posted on 28 setembro 2009 by Wilson Garcia

Apesar do recurso de exibição dos anúncios com endereços estar disponível desde de julho deste ano, acredito que ainda é desconhecido por muitos  anunciantes.

O Adwords disponibilizou um novo recurso que permite mostrar o endereço do anunciante com o anúncio quando for relevante.

Os endereços são exibidos quando relacionados à localização geográfica do usuário,  pela rede de pesquisa do Google, Google Maps e Google Earth.

Na busca do Google por exemplo, o anúncio de texto aparece com uma 5ª linha, logo abaixo da URL de visualização, que contém o endereço que você tiver definido.

lojakings_google

Outro exemplo é no Google Maps, além de ter a 5ª linha com o endereço, você também pode personalizar o ícone e imagens que aparecerão.

lojakings_maps

Como dito anteriormente, os endereços são exibidos quando relacionados à localização geográfica do usuário. Exemplificando caso minha campanha esteja direcionada somente para São Paulo, SP.

enderecos_anuncios

*Usuários que não são identificados pelo endereço IP vêem anúncios com extensão local se adicionarem palavras-chave relacionadas a estados e cidades em suas buscas no Google.

Para configurar as extensões de anúncios na nova interface do Adwords, basta acessar a aba de Configurações da campanha escolhida, e procure pela seção Público-alvo. Clique no sinal (+) em Exibir endereços relevantes nos anúncios (avançado) para ver as opções, que pode ser pelo vinculo da conta da Central  de Negócios do Google Maps ou pela inserção manual de endereço.

Informação adicional nunca é demais, principalmente aquelas que ajudam aos usuários da web a saber mais sobre sua empresa.

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Nova Interface do Google Adwords

Posted on 31 agosto 2009 by Gustavo Abreu

Faz algum tempo que compartilhei com vocês, logo no lançamento, as primeiras impressões da nova interface do Google Adwords. Naquela época, a nova plataforma já se mostrava promissora, mas, muitas de suas funcionalidades e qualidades ainda estavam para ser relevadas ou não as conhecia.

Agora, após aproximadamente três meses de experiência e o fim da versão beta da plataforma, posso falar com mais propriedade e segurança sobre a interface e como ela ajuda no dia-a-dia do profissional de SEM.

Para mim, a grande qualidade da plataforma é a sua praticidade, configurações e ajustes finos ficaram mais fáceis e a menos cliques de distância. Mas, não vou me alongar numa análise genérica, que acredito não agregar em nada. Meu objetivo é pontuar algumas das melhores ferramentas disponibilizadas pela nova versão do Adwords.

Visão Estrutural:

Visualizar a estrutura da campanha ficou mais acessível. É muito simples pular de campanhas para grupos de anúncios, de grupos para palavras-chave, etc.

A barra lateral esquerda da interface possibilita viajar com mais rapidez entre as campanhas e grupos de anúncios – é parecido com a barra do Google Analytics e com o Windows Explorer.

Além disso, ao lado dessa barra encontramos uma nova divisão por abas da estrutura da conta (Campanhas / Grupos / Configurações / Anúncios / Palavras-chave / Redes). E é essa divisão que realmente faz a diferença. É muito fácil navegar entre as abas e analisar tanto geralmente quanto especificamente cada aspecto da conta. E não é só, pois além de facilitar a análise da campanha, o novo visual auxilia alterar as configurações e fazer ajustes finos com mais rapidez.

Essa visão estrutural permite um olhar mais abrangente da conta.

Configurações da Campanha:

Pouca coisa mudou nas configurações da campanha. Algumas novas opções de ajustes foram acrescidas e sobre elas que quero falar.

Nas configurações de público-alvo agora é possível exibir endereços nos anúncios, onde é possível adicionar informações de endereço sobre sua empresa no anúncio quando este é Google e adendos.

Em lances e orçamento podemos escolher entre duas opções de lances: cliques ou conversões. Lances por cliques acham que todos conhecem. Mas, direcionar a campanha com foco em conversões, da forma com é possível e feita agora, é algo novo e realmente interessante. Ajustando a campanha com “foco em conversões” o sistema do Google analisará a sua campanha identificando um lance de CPA relevante e a partir disso gerenciar seus lances de CPC para que a sua campanha converta em relação ao CPA máximo configurado.

E por fim, nas configurações avançadas é possível limitar a exibição dos seus anúncios para um usuário único.

Demais vantagens:

Como sempre o Google continuamente agregar novas ferramentas que buscam aprimorar o uso do sistema, assim melhorando os resultados obtidos por seus anunciantes. Algumas ainda estão em testes e difundidas apenas para alguns – o blog do Adwords em inglês é um bom lugar para conhecer essas ferramentas. Porém, outras já estão disponíveis.

Como exemplo, limite a exibição de palavras-chave por um grupo de anúncio específico, no botão de “mais ações” você verá a opção “edição de planilhas” – é como se você tivesse um Excel embutido no Adwords. Acho que não preciso entrar em detalhes ou comentar a extensão dessa ferramenta e como ela torna ainda mais prática a edição em massa das configurações de palavras-chave.

Outra vantagem da interface é a visualização da rede de conteúdo. Caso sua campanha não esteja configura para “seleção manual de canais”, não é preciso mais gerar um relatório para acompanhar e conhecer os sites que seus anúncios são expostos, na própria plataforma é possível visualizá-los, analisar seus desempenhos e se necessário excluí-los da campanha.

Ainda há muito que aprender, explorar e melhorar nessa nova interface, como o fato de que algumas pessoas que a acessam reclamarem da demora no carregamento da mesma. Mas, como sempre, o Google oferece um serviço superior à concorrência, justificando sua liderança.

Links para saber mais:

http://adwords-br.blogspot.com/
http://adwords.blogspot.com/
http://adwordsagency.blogspot.com/

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Não seja punido pelo CTR

Posted on 28 agosto 2009 by Wilson Garcia

Na realidade sabemos que não é só o CTR que vai influenciar no desempenho de uma campanha, outros vários fatores refletem para o índice de qualidade.

Mas nesse artigo gostaria de forma objetiva focar na taxa de cliques, a variável que na minha opinião é a mais importante para o benefício de uma campanha, em particular de Links Patrocinados.

Ações para melhorar o CTR é uma habilidade vital por duas razões. A primeira é que altos CTRs podem criar campanhas econômicas, permitindo lances menores por cliques e a manutenção da classificação dos anúncios na primeira pagina de resultado, na maioria dos casos entre as primeiras posições. A segunda razão é evitar que palavras-chaves sejam desativadas ou punidas com altos lances por cliques para exposição na primeira pagina.

Para exemplificar a importância dessa métrica, podemos dizer que alto CTR = menor CPC / maior posição e baixo CTR = alto CPC / baixa posição.

Os cenários mais comuns com problemas de baixo CTR são aquelas campanhas com anúncios de pouca relevância frente aos assuntos buscados.

Iniciativas para melhorar a taxa de cliques giram em torno da organização dos grupos de anúncios,  seleção das palavras e opções de correspondência. E mais importante, teste de variações de anúncios.

Associado ao post, recomendo a leitura do artigo Tire o maior proveito dos anúncios

E afinal, qual é a melhor média de taxa de cliques?

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Tire o maior proveito dos anúncios

Posted on 10 julho 2009 by Wilson Garcia

A disputa pelos espaços publicitários nos resultados de pesquisa está cada dia mais concorrida, e no meio de tantos anúncios como destacar minha empresa?

Daí surge nosso principal objetivo quando se cria um anúncio. Captar a atenção do usuário e diferenciar produtos ou serviços em relação aos concorrentes.

Para conseguirmos esse objetivo de forma relevante nos Links Patrocinados, e obviamente passar confiança aos interessados na busca, separei algumas regras que devemos considerar na criação dos anúncios:

Regra #1:  O título do anúncio deve coincidir com a busca realizada

A regra aqui é não ter apenas anúncios genéricos. É melhor criarmos um número maior de títulos específicos do que um número menor de anúncios sobre um tema geral. Possivelmente, a taxa de cliques (CTR) aumente, pois mostra aos usuários que o anúncio está associado com a pesquisa que eles estão efetuando.

Regra #2:  Conheça o seu público-alvo e fale a mesma língua deles.

Quando possível, faça variações de anúncios com jargões ou gírias para adequação da comunicação com o seu target. Ex.: “Compre sua camisa oficial do Mengão…” para torcedores do Flamengo.

Regra #3: Filtre seus “Prospects”

O processo de filtragem inicia com a seleção das palavras-chave e inclusão de palavras negativas. Mas ainda não é o suficiente.

Por exemplo, vamos imaginar que minha oficina só trabalhe com marcas importadas e na minha campanha tenho a palavra “oficina de carros”. Apesar de ser uma palavra ampla, meu anúncio é explícito ao ramo de atuação do meu negócio.

anúncio

 

 

 

Ademais, devo colocar preço no meu anúncio? Vale o teste! Se o usuário estiver num processo mais avançado da etapa de compra, possivelmente não vai clicar no seu anúncio se não gostar do preço ou da condição de pagamento evitando desperdiço do seu custo com o clique.

Regra #4 Insira frases de chamariz (Call to Action)

Estimule o seu potencial consumidor com anúncios atraentes e com frases de chamariz, mostre benefícios de seus produtos ou serviços, vantagens comerciais, como boas condições de pagamento, frete grátis, ofertas. Além das expressões: Conheça, Acesse, Compre, Ligue, Confira, Inscreva-se e etc.

Regra #5 Faça testes e escolha o mais eficaz

Não faça apenas um anúncio por grupo. A variação de anúncios possibilita o monitoramento e avaliação daqueles que não produz bom desempenho aos seus objetivos de marketing. Seja pela baixa taxa de cliques ou de conversões.

Ademais, não podemos esquecer de relacionar o anúncio para a página de destino apropriada.

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O desafio de estimar

Posted on 22 junho 2009 by Wilson Garcia

Umas das primeiras perguntas quando iniciamos uma nova campanha é  “Quanto devo investir? Qual vai ser o custo por clique geral da campanha? Vamos gerar quantos cliques em determinado período?

Profissionais de Search realmente tem essa árdua tarefa de prever valores com antecedência.

Se você não tiver uma bola de cristal, seja prudente e não “chute valores” ao menos que já tenha um histórico do setor para tomar como base sua estimativa. Ao contrário, os números poderão ser muitos distantes da realidade, devido à imprevisibilidade de algumas variáveis.

A ferramenta mais utilizada é o “estimador de tráfego do Google” . Mas como a própria ferramenta ressalta, os custos e as posições de anúncios reais podem variar.

Há diversas razões para você  refletir quando usar a ferramenta de estimador de tráfego:

1. O estimador de tráfego basea-se no volume de buscas do público em geral que pesquisa uma determinada palavra-chave tomando como base a taxa de cliques de anunciantes ativos. Ou seja, isso tende a ser instável, pois o comportamento de pesquisa é volúvel, e definitivamente fora do controle dos mecanismos de buscas e do nosso controle;

2. O próprio fato de ter como características lances por leilão significa que os custos são difíceis de prever, sendo que os anunciantes podem alterar suas ofertas freqüentemente;

3. A posição do seu anúncio é outro fator difícil de prever, porque além dos concorrentes, vai depender de como otimizado esta seus grupos de anúncios e palavras, sendo que o índice de qualidade afeta no desempenho da campanha;

Calcular volume de cliques e CPC médio não é uma tarefa fácil, por que não depende só da implementação de um arsenal de palavras-chave, mas sim, descobrir como elas vão progredir dia após dia.

Como só teremos uma idéia melhor do potencial do investimento após de um determinado período de campanha, devemos iniciar com orçamentos conservadores enquanto esperamos um histórico para avaliação.

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Vale a pena Investir em Palavras-chave Institucionais?

Posted on 05 maio 2009 by Wilson Garcia

Se minha marca aparece no topo dos resultados da busca natural, por que devo continuar comprando termos institucionais (da marca) na campanha de Links?

Vou citar alguns pontos que justificam a importância de comprar termos de branding para campanha de PPC, mesmo quando esses tem classificação privilegiada nos resultados naturais.

Qual grande anunciante com ações de Search Marketing que nunca questionou o uso de tais palavras-chaves?

Antes de expor minhas razões, pergunto: por que umas das principais marcas de produtos do Google (o Adwords) compra o próprio termo se a marca aparece no topo da pesquisa natural?

Google-Adwords

Desperdício de investimento? É claro que não! Eis a seguir bons motivos para se pensar ao contrário.

Primeiramente, termos institucionais em PPC permitem uma comunicação mais dinâmica. Podemos constantemente trabalhar o descritivo dos anúncios com diferentes ofertas e/ou apelos comerciais que não são possíveis na busca orgânica em curto prazo.

Por exemplo: Dia 08/03 foi comemorado o Dia Internacional da Mulher imagine buscar pelo nome da rede social feminina Bolsa de Mulher, e além do tradicional resultado natural, o site ofereça ao usuário um anúncio de links patrocinados com uma mensagem focada nesse dia comemorativo. Seria interessante e ajudaria a melhorar a percepção da marca, não?

bolsa-de-mulher

E o impacto que essa estratégia (busca natural + links patrocinados) gera ao melhorar a percepção da marca (branding) é outra razão para utilizá-la, e uma interessante pesquisa realizada pela Enquiro Research para o “The Brand Lift of Search” demonstra isso.

Para aqueles que ainda não se convenceram da importância da compra da marca em busca, leiam o artigo sobre conversões da Omniture.

Analise e compare o desempenho de sua campanha testando você mesmo, um mês, simplesmente integrando alguns anúncios a um grupo com variações de termos de sua marca.

Lembrando que é interessante saber quantos players compram sua marca, a popularidade da mesma (Google Trends) e a receita gerada quando o termo é oriundo somente do resultado orgânico (sem veiculação dos links).

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Ferramentas Palavras-Chave – Parte 02

Posted on 15 abril 2009 by Gustavo Abreu

Enquanto a interface da ferramenta de palavras-chave do Google é amigável e extremamente acessível – ignorando a necessidade de login – a ferramenta disponibilizada pelo Yahoo! Search é de certa maneira complicada e só podem fazer uso dela, aqueles que possuírem uma conta no veículo.

Para ter acesso á ferramenta é necessário logar no sistema do Yahoo! Search e então iniciar o processo de criação de uma campanha. Como exemplificado na imagem a baixo:
fig1

Após os dois primeiros passos – em que você configura o nome da campanha, a localidade de exibição do anúncio (nomeado como Geotarget pelo veículo) e o nome do primeiro grupo de anúncios – é quando finalmente se depara com a ferramenta.

fig2

O próximo passo é como o sistema recomenda inserir palavras que descrevam seus produtos e/ou serviços. Faça isso na maior caixa de texto à esquerda da tela. A ferramenta fornece outras opções como: analisar possíveis termos de busca em relação a um website – o Google também oferece essa opção; determinar que uma palavra específica deva aparecer junto com todas as demais sugestões; e claro, aquelas palavras que não tem interesse.

fig3fig4

Após determinar as palavras e clicar no botão “Obter palavras-chave”, o sistema irá sugerir termos relevantes. O Yahoo! Search permite também que você tenha uma idéia do volume de buscas mensais das palavras sugeridas. Então, basta selecionar os termos que lhe convém e estão serão transferidos para a caixa de texto à direita da tela.

fig5fig6

Como o sistema do Yahoo não oferece a possibilidade de download dessas palavras, caso deseje fazer uma lista delas no Excel é necessário selecioná-las na caixa de texto e copiá-las.

A grande limitação da ferramenta do Yahoo! Search é que esta não apresenta palavras-chave tão relevantes quanto o sistema do concorrente. O Yahoo retorna para você termos bem genéricos, que na maioria das vezes ajudam apenas a gerar tráfego.

Portanto, em função da acessibilidade e melhor apuração de termos relevantes, recomendo a vocês redatores ou coordenadores que utilizem a ferramenta do Google para ajudar a aperfeiçoar sua campanha.

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Relevância e o Google

Posted on 12 abril 2009 by Wilson Garcia

O Google tem uma paixão pela palavra relevância, e é esse substantivo que o faz o buscador mais importante do mundo, tendo razão para tanto.

Em primeiro lugar, o Google é o buscador que oferece aos usuários resultados cada vez mais relevantes, seja na busca natural ou no espaço dedicado aos anúncios (links patrocinados).

Basicamente, o objetivo é reforçar a confiança dos usuários naquilo que procuram (qualidade dos resultados) com rapidez.

Outra razão que não é citada pelo Google quando falamos de relevância, é a rentabilidade. Imagine anúncios não relevantes para aqueles termos que estão sendo buscados, não somente desapontaria quem busca como significaria poucos cliques, ou melhor, pouca receita.

O Yahoo!Search, em contrapartida, só adotou a ordem de relevância com a chegada da plataforma Panamá (fevereiro de 2007), onde os anunciantes não eram induzidos a produzir anúncios focados na relevância para serem favorecidos, e sim no quanto estavam dispostos a pagar por lance em relação aos concorrentes. Posso dizer que muitos anunciantes se favoreceram do fato de patrocinarem termos genéricos com irrelevantes anúncios para receberem poucos cliques e beneficiarem do branding.

Evidentemente a fórmula do Google não é um cálculo para aumentar a lucratividade do seu modelo de negócio (PPC), mas recompensar os anunciantes que oferecem ao usuário o que ele deseja e punir aqueles que se aproveitam das dúvidas e questões levantadas pelos usuários na busca.

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Google Adwords: Índice de Qualidade

Posted on 06 abril 2009 by Gustavo Abreu

google-quality-scoreUm dos principais problemas ao coordenar uma campanha de Links patrocinados no Google hoje é o “Índice de Qualidade”. È imprescindível que para o sucesso de uma campanha, essa possua um “quality score” considerável, permitindo que os anúncios sejam exibidos de maneira mais eficiente e, claro, mais baratos.

Para definir o “Índice de Qualidade” de uma palavra-chave o sistema do Google realiza uma complexa análise que é determinada por uma série de fatores. E ao iniciar uma nova campanha, o coordenador deve ter em mente tais fatores, preocupando-se em ajustá-los da melhor maneira possível. E pela minha experiência, três fatores são fundamentais para que a campanha comece a rodar de forma otimizada, são eles: o CPC inicial da palavra-chave; os anúncios; e a qualidade da pagina de destino. Logicamente, com o tempo é necessária total atenção não somente com esses fatores, mas com todos os outros (CTR, tempo de carregamento da página de destino, etc.).

Antigamente o Google inativava um termo quando oferecíamos um CPC abaixo do que o sistema requisitava. Hoje, isso não ocorre. O que acontece atualmente é que existe um CPC mínimo para cada palavra-chave para que essa seja exibida na primeira página. Para que você garanta um “quality score” decente para uma determinada palavra-chave no início de uma campanha, não coloque seu CPC à R$ 0,10, por exemplo. Será necessário gastar um pouco mais no início, colocando um CPC de R$ 0,35 à R$ 0,85 – até mesmo R$ 1,20 para termos mais genéricos. Ao colocar um CPC mais alto, você garante a exibição do seu anúncio na primeira página, além de uma boa posição e isso ajudará muito no histórico da campanha.

Quando for criar um anúncio, tenha em mente a necessidade de construir frases que comuniquem de forma clara seu produto/serviço, e mais, que na medida do possível contenha a palavra-chave que será agregada a a ele. Isso é fundamental para que o sistema do Google reconheça seus anúncios como relevante para o usuário, elevando seu “Índice de Qualidade”.

A página de destino é também um fator influenciador na determinação do “Índice de Qualidade”. Não adianta levar o usuário para uma página que não contenha o conteúdo que ele buscará inicialmente, o sistema do Google reconhece que o seu site não oferece uma comunicação adequada, diminuindo a relevância e conseqüentemente o “quality score”. Por isso, ser for possível peça ao cliente que torne a landing Page mais amigável, contendo os termos da campanha e algumas das frases utilizadas na comunicação dos anúncios.

Ao atentar-se para esses três fatores e garantindo que eles se adéqüem aos parâmetros de análise e relevância do Google, a sua campanha inicia a jornada de forma mais eficiente.

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Google Lançará uma nova Interface para o serviço Adwords

Posted on 25 março 2009 by Gustavo Abreu

Aqueles antenados no mercado de Search Engine Marketing ouviram rumores ou sabem que o Google lançará uma nova interface para o seu serviço Adwords.

Esse novo visual deverá ser lançado entre o final de março e o início de Abril em fase de teste, a versão final deve aparecer no segundo semestre.

Realmente, a nova estrutura ajudará muito. Está mais amigável, transparente e intuitiva.

O novo visual mistura o que vemos no atualmente no Analytics com traços do Google Editor – ferramenta off-line do Google para configuração e alteração de campanhas do Adwords.

Ex.: Assim com no Editor, agora termos uma coluna lateral em que termos acesso instantâneo as campanha e grupos de anúncios da conta, sem precisar navegar por diferentes páginas.

Nova visualização de campanhas

Nova visualização de campanhas

Serão inúmeras melhorias que facilitarão o dia-a-dia do coordenador, como: editar o CPC, a correspondência da palavra-chave diretamente na interface – bastará clicar sobre o CPC atual da palavra-chave e uma pequena janela abrirá possibilitando a alteração.

Mudar a Correspondência da Palavra-chave

Mudar a Correspondência da Palavra-chave

A busca avançada transformou-se num filtro em que poderemos, por exemplo, filtrar termos com 10 ou menos impressões, com CTR acima de 1% e muito mais.

Busca Avançada

Busca Avançada

A mudança será gradual, e para aqueles com receio em trabalhar na conta enquanto aprende a mexer na interface, durante toda a fase beta o Google permitirá migrar facilmente entre a atual versão e a nova.

E nos dias 1 e 14 de abril terá um treinamento online para ferramenta basta se inscrever e participar.

Links importantes:

- Inscrição da conta no beta test: http://services.google.com/adwords/aw_beta_signup
- Inscrição no treinamento online: http://www.google.com.br/centraldeagencias/

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Google Interest-based Ads

Posted on 11 março 2009 by Gustavo Abreu

O Google lançou hoje um novo modelo de publicidade: Interest-based advertising.

Ainda é uma ferramenta em teste e aqueles anunciantes que desejam experimentá-la preencher esse formulário: http://adwords.google.com/support/bin/request.py?display=form&f=audience

Mas como ela funcionará?

1 – O Google monitora a sua navegação através de cookies e identifica automaticamente a áreas de interesse do usuário;
2 – Através de outra ferramenta chamada Ads Preferences o Google permitirá ao usuário determinar por quais publicidades o usuário será impactado. O usuário escolhe suas áreas de interesse (Automóveis, Entretenimento, Esportes, etc.) e então o Google cria um cookie que monitorará o usuário durante sua navegação. Clique aqui, para acessar a ferramente.

O vídeo abaixo, explica em mais detalhes como isso funciona.

Ao monitorar o usuário seja automaticamente ou através das indicações dos usuários, o Google permitirá aos anunciantes que direcionem suas campanhas para um determinado interesse, impactando quem realmente está interessado.

Realmente, para os anunciante é uma ótima notícia poder focar ainda mais suas campanhas em público-alvos específicos. Porém para aqueles usuários que se sentem violado e gostam de privacidade pode parecer ruim. E para esses, o Google preparou  esse: http://www.google.com/privacy_ads.html

Outras Informações:

http://www.google.com/ads/preferences/html/intl/en/about.html
http://googlepublicpolicy.blogspot.com/2009/03/giving-consumers-control-over-ads.html
http://googleblog.blogspot.com/2009/03/making-ads-more-interesting.html

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Ferramentas de Palavras-chave – Parte 01

Posted on 17 fevereiro 2009 by Gustavo Abreu

Iniciar minha carreira como redator de links patrocinados me permitiu acesso e aprofundamento em algumas ferramentas essenciais para o aprimoramento de campanhas de Search. São elas: ferramentas de palavras-chave.

Tais ferramentas são utilizadas para facilitar a elaboração de listas de palavras-chave para a campanha. E atualmente os dois maiores veículos de Search no Brasil as fornecem.

É evidente, para quem as usa que a ferramenta disponibilizada pelo Google é muito superior à do Yahoo.

O Google oferece uma ferramenta mais amigável, que expõe de maneira mais limpa as informações. Além de poder ser acessada, sem que seja necessário logar-se ao sistema de Adwords do Google.

A ferramenta do Yahoo, além de uma interface mais complicada e, para iniciantes, de difícil entendimento. Mas, o principal empecilho é a necessidade de logar-se ao sistema do Yahoo.

Google Keyword Tool

Google Keyword Tool

Na imagem acima é possível constatar a interface clara e amigável da ferramenta provida pelo Google.

Basta digitar a palavra-chave na caixa de texto central, depois preencher a outra caixa com as letras exibidas e então clicar no botão.

Em poucos segundos o Google lhe retornará sugestões:

Google Keyword Tool 2

Google Keyword Tool 2

Na primeira base de palavras, encontram-se termos diretamente relacionados à aquele que você forneceu para a ferramenta. Na segunda base, são palavras-chave adicionais indiretamente relacionadas e que podem ou não contribuir para a campanha.

Além de fornecer sugestões e variações de palavras-chaves em função do termo pretendido. Você visualiza uma série de informações importantes para a escolha ou preterição de alguma palavra-chave.

Alguns exemplos de informações são:

- CPC médio estimado: O Google fornece um valor de CPC que possivelmente irá pagar pela palavra-chave. Lembrando que esse valor na é garantindo, podendo variar conforme uma série de fatores.

- Concorrência do anunciante: Através de uma barra o Google fornece um índice que informa o número de anunciantes que dão lances para determinada palavra-chave.

- Volume médio de pesquisa aproximado: Aqui o Google nos oferece uma idéia do o número mensal médio aproximado de consultas de pesquisa para determinado termo.

É possível conferir outras informações relevantes.

Após verificar tais informações é hora de escolher as palavras-chave que você estudou e considerou importante para a campanha. Basta clicar ao lado na palavra, no links que diz: “Adicionar”. Pronto, o termo será transferido para a coluna lateral, onde armazenará as palavras que escolheu.

Google Keyword Tool 3

Google Keyword Tool 3

Depois de listar toda a base de palavras-chave que julgou relevante, você tem duas opções:

- Fazer o Download (em texto, CSV para Excel e CSV comum).

- Caso esteja logado na conta e campanha corretos, inseri-las por meio do último botão da coluna à direita.

Essa é a ferramenta do Google e como proceder para tirar proveito dela. Logicamente, com o tempo e experiência você será capaz de usá-la de forma mais eficiente e rápida. Brinque, teste e aprenda.

No próximo post falaremos sobra a ferramenta do Yahoo! Search.

Até Lá.

That’s all folks.

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