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Nova Interface do Google Adwords

Posted on 31 agosto 2009 by Gustavo Abreu

Faz algum tempo que compartilhei com vocês, logo no lançamento, as primeiras impressões da nova interface do Google Adwords. Naquela época, a nova plataforma já se mostrava promissora, mas, muitas de suas funcionalidades e qualidades ainda estavam para ser relevadas ou não as conhecia.

Agora, após aproximadamente três meses de experiência e o fim da versão beta da plataforma, posso falar com mais propriedade e segurança sobre a interface e como ela ajuda no dia-a-dia do profissional de SEM.

Para mim, a grande qualidade da plataforma é a sua praticidade, configurações e ajustes finos ficaram mais fáceis e a menos cliques de distância. Mas, não vou me alongar numa análise genérica, que acredito não agregar em nada. Meu objetivo é pontuar algumas das melhores ferramentas disponibilizadas pela nova versão do Adwords.

Visão Estrutural:

Visualizar a estrutura da campanha ficou mais acessível. É muito simples pular de campanhas para grupos de anúncios, de grupos para palavras-chave, etc.

A barra lateral esquerda da interface possibilita viajar com mais rapidez entre as campanhas e grupos de anúncios – é parecido com a barra do Google Analytics e com o Windows Explorer.

Além disso, ao lado dessa barra encontramos uma nova divisão por abas da estrutura da conta (Campanhas / Grupos / Configurações / Anúncios / Palavras-chave / Redes). E é essa divisão que realmente faz a diferença. É muito fácil navegar entre as abas e analisar tanto geralmente quanto especificamente cada aspecto da conta. E não é só, pois além de facilitar a análise da campanha, o novo visual auxilia alterar as configurações e fazer ajustes finos com mais rapidez.

Essa visão estrutural permite um olhar mais abrangente da conta.

Configurações da Campanha:

Pouca coisa mudou nas configurações da campanha. Algumas novas opções de ajustes foram acrescidas e sobre elas que quero falar.

Nas configurações de público-alvo agora é possível exibir endereços nos anúncios, onde é possível adicionar informações de endereço sobre sua empresa no anúncio quando este é Google e adendos.

Em lances e orçamento podemos escolher entre duas opções de lances: cliques ou conversões. Lances por cliques acham que todos conhecem. Mas, direcionar a campanha com foco em conversões, da forma com é possível e feita agora, é algo novo e realmente interessante. Ajustando a campanha com “foco em conversões” o sistema do Google analisará a sua campanha identificando um lance de CPA relevante e a partir disso gerenciar seus lances de CPC para que a sua campanha converta em relação ao CPA máximo configurado.

E por fim, nas configurações avançadas é possível limitar a exibição dos seus anúncios para um usuário único.

Demais vantagens:

Como sempre o Google continuamente agregar novas ferramentas que buscam aprimorar o uso do sistema, assim melhorando os resultados obtidos por seus anunciantes. Algumas ainda estão em testes e difundidas apenas para alguns – o blog do Adwords em inglês é um bom lugar para conhecer essas ferramentas. Porém, outras já estão disponíveis.

Como exemplo, limite a exibição de palavras-chave por um grupo de anúncio específico, no botão de “mais ações” você verá a opção “edição de planilhas” – é como se você tivesse um Excel embutido no Adwords. Acho que não preciso entrar em detalhes ou comentar a extensão dessa ferramenta e como ela torna ainda mais prática a edição em massa das configurações de palavras-chave.

Outra vantagem da interface é a visualização da rede de conteúdo. Caso sua campanha não esteja configura para “seleção manual de canais”, não é preciso mais gerar um relatório para acompanhar e conhecer os sites que seus anúncios são expostos, na própria plataforma é possível visualizá-los, analisar seus desempenhos e se necessário excluí-los da campanha.

Ainda há muito que aprender, explorar e melhorar nessa nova interface, como o fato de que algumas pessoas que a acessam reclamarem da demora no carregamento da mesma. Mas, como sempre, o Google oferece um serviço superior à concorrência, justificando sua liderança.

Links para saber mais:

http://adwords-br.blogspot.com/
http://adwords.blogspot.com/
http://adwordsagency.blogspot.com/

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Vale a pena Investir em Palavras-chave Institucionais?

Posted on 05 maio 2009 by Wilson Garcia

Se minha marca aparece no topo dos resultados da busca natural, por que devo continuar comprando termos institucionais (da marca) na campanha de Links?

Vou citar alguns pontos que justificam a importância de comprar termos de branding para campanha de PPC, mesmo quando esses tem classificação privilegiada nos resultados naturais.

Qual grande anunciante com ações de Search Marketing que nunca questionou o uso de tais palavras-chaves?

Antes de expor minhas razões, pergunto: por que umas das principais marcas de produtos do Google (o Adwords) compra o próprio termo se a marca aparece no topo da pesquisa natural?

Google-Adwords

Desperdício de investimento? É claro que não! Eis a seguir bons motivos para se pensar ao contrário.

Primeiramente, termos institucionais em PPC permitem uma comunicação mais dinâmica. Podemos constantemente trabalhar o descritivo dos anúncios com diferentes ofertas e/ou apelos comerciais que não são possíveis na busca orgânica em curto prazo.

Por exemplo: Dia 08/03 foi comemorado o Dia Internacional da Mulher imagine buscar pelo nome da rede social feminina Bolsa de Mulher, e além do tradicional resultado natural, o site ofereça ao usuário um anúncio de links patrocinados com uma mensagem focada nesse dia comemorativo. Seria interessante e ajudaria a melhorar a percepção da marca, não?

bolsa-de-mulher

E o impacto que essa estratégia (busca natural + links patrocinados) gera ao melhorar a percepção da marca (branding) é outra razão para utilizá-la, e uma interessante pesquisa realizada pela Enquiro Research para o “The Brand Lift of Search” demonstra isso.

Para aqueles que ainda não se convenceram da importância da compra da marca em busca, leiam o artigo sobre conversões da Omniture.

Analise e compare o desempenho de sua campanha testando você mesmo, um mês, simplesmente integrando alguns anúncios a um grupo com variações de termos de sua marca.

Lembrando que é interessante saber quantos players compram sua marca, a popularidade da mesma (Google Trends) e a receita gerada quando o termo é oriundo somente do resultado orgânico (sem veiculação dos links).

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Relevância e o Google

Posted on 12 abril 2009 by Wilson Garcia

O Google tem uma paixão pela palavra relevância, e é esse substantivo que o faz o buscador mais importante do mundo, tendo razão para tanto.

Em primeiro lugar, o Google é o buscador que oferece aos usuários resultados cada vez mais relevantes, seja na busca natural ou no espaço dedicado aos anúncios (links patrocinados).

Basicamente, o objetivo é reforçar a confiança dos usuários naquilo que procuram (qualidade dos resultados) com rapidez.

Outra razão que não é citada pelo Google quando falamos de relevância, é a rentabilidade. Imagine anúncios não relevantes para aqueles termos que estão sendo buscados, não somente desapontaria quem busca como significaria poucos cliques, ou melhor, pouca receita.

O Yahoo!Search, em contrapartida, só adotou a ordem de relevância com a chegada da plataforma Panamá (fevereiro de 2007), onde os anunciantes não eram induzidos a produzir anúncios focados na relevância para serem favorecidos, e sim no quanto estavam dispostos a pagar por lance em relação aos concorrentes. Posso dizer que muitos anunciantes se favoreceram do fato de patrocinarem termos genéricos com irrelevantes anúncios para receberem poucos cliques e beneficiarem do branding.

Evidentemente a fórmula do Google não é um cálculo para aumentar a lucratividade do seu modelo de negócio (PPC), mas recompensar os anunciantes que oferecem ao usuário o que ele deseja e punir aqueles que se aproveitam das dúvidas e questões levantadas pelos usuários na busca.

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Google Adwords: Índice de Qualidade

Posted on 06 abril 2009 by Gustavo Abreu

google-quality-scoreUm dos principais problemas ao coordenar uma campanha de Links patrocinados no Google hoje é o “Índice de Qualidade”. È imprescindível que para o sucesso de uma campanha, essa possua um “quality score” considerável, permitindo que os anúncios sejam exibidos de maneira mais eficiente e, claro, mais baratos.

Para definir o “Índice de Qualidade” de uma palavra-chave o sistema do Google realiza uma complexa análise que é determinada por uma série de fatores. E ao iniciar uma nova campanha, o coordenador deve ter em mente tais fatores, preocupando-se em ajustá-los da melhor maneira possível. E pela minha experiência, três fatores são fundamentais para que a campanha comece a rodar de forma otimizada, são eles: o CPC inicial da palavra-chave; os anúncios; e a qualidade da pagina de destino. Logicamente, com o tempo é necessária total atenção não somente com esses fatores, mas com todos os outros (CTR, tempo de carregamento da página de destino, etc.).

Antigamente o Google inativava um termo quando oferecíamos um CPC abaixo do que o sistema requisitava. Hoje, isso não ocorre. O que acontece atualmente é que existe um CPC mínimo para cada palavra-chave para que essa seja exibida na primeira página. Para que você garanta um “quality score” decente para uma determinada palavra-chave no início de uma campanha, não coloque seu CPC à R$ 0,10, por exemplo. Será necessário gastar um pouco mais no início, colocando um CPC de R$ 0,35 à R$ 0,85 – até mesmo R$ 1,20 para termos mais genéricos. Ao colocar um CPC mais alto, você garante a exibição do seu anúncio na primeira página, além de uma boa posição e isso ajudará muito no histórico da campanha.

Quando for criar um anúncio, tenha em mente a necessidade de construir frases que comuniquem de forma clara seu produto/serviço, e mais, que na medida do possível contenha a palavra-chave que será agregada a a ele. Isso é fundamental para que o sistema do Google reconheça seus anúncios como relevante para o usuário, elevando seu “Índice de Qualidade”.

A página de destino é também um fator influenciador na determinação do “Índice de Qualidade”. Não adianta levar o usuário para uma página que não contenha o conteúdo que ele buscará inicialmente, o sistema do Google reconhece que o seu site não oferece uma comunicação adequada, diminuindo a relevância e conseqüentemente o “quality score”. Por isso, ser for possível peça ao cliente que torne a landing Page mais amigável, contendo os termos da campanha e algumas das frases utilizadas na comunicação dos anúncios.

Ao atentar-se para esses três fatores e garantindo que eles se adéqüem aos parâmetros de análise e relevância do Google, a sua campanha inicia a jornada de forma mais eficiente.

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Links Patrocinados – Por quê?

Posted on 02 abril 2009 by Wilson Garcia

Yes, We Can através do Links Patrocinados.

Tenho a opinião de que os Links Patrocinados ou Busca Paga deve ter sido a melhor coisa que já aconteceu para o Web Marketing.

Ter as páginas do seu site nas primeiras posições da busca natural não é fácil. A descrição oferecida ao usuário pode não ser o que ele procura ou mesmo pode não ser uma oferta cuidadosamente direcionada.

No caso dos Links Patrocinados, em particular o Google Adwords, é possível escrever no título e na descrição dos anúncios uma comunicação mais direta e interativa.

Induzimos o internauta para onde desejarmos, e por meio de tags monitoramos a navegação do mesmo, identificando comportamentos ou confirmando vendas.

Podemos também controlar a entrega e distribuição. Diferentes ofertas e promoções podem ser mostradas em diferentes épocas do ano.

Pausar a campanha, por exemplo, nos finais de semana se necessário, ajustar um ou outro grupo, palavra-chave que não geram um bom desempenho. Uma infinidade de recursos que permitem configurar a campanha da melhor maneira possível, de acordo com meus objetivos.

Pagar pelo trafego nos consente um grau de controle sobre a mensagem e o período da mesma.

Ademais, possuímos diversos mecanismos de busca em que podemos veicular, atingindo os mais variados públicos.

Podemos expor para usuários que buscam no Yahoo! Search ou UOL Links, além do Google.

Podemos utilizar a rede de parceiros desses buscadores/veículos.

É possível segmentar? Sim, direcionar apenas para áreas metropolitanas, outros países e até outros idiomas.

A intenção é de forma geral demonstrar que através do Paid Search temos o total controle sobre a mensagem, que é extremamente mais complicado com os resultados da busca natural.

Pagar por clique não é uma derrota, mas uma oportunidade de crescimento disponível para qualquer um interessado.

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Google Lançará uma nova Interface para o serviço Adwords

Posted on 25 março 2009 by Gustavo Abreu

Aqueles antenados no mercado de Search Engine Marketing ouviram rumores ou sabem que o Google lançará uma nova interface para o seu serviço Adwords.

Esse novo visual deverá ser lançado entre o final de março e o início de Abril em fase de teste, a versão final deve aparecer no segundo semestre.

Realmente, a nova estrutura ajudará muito. Está mais amigável, transparente e intuitiva.

O novo visual mistura o que vemos no atualmente no Analytics com traços do Google Editor – ferramenta off-line do Google para configuração e alteração de campanhas do Adwords.

Ex.: Assim com no Editor, agora termos uma coluna lateral em que termos acesso instantâneo as campanha e grupos de anúncios da conta, sem precisar navegar por diferentes páginas.

Nova visualização de campanhas

Nova visualização de campanhas

Serão inúmeras melhorias que facilitarão o dia-a-dia do coordenador, como: editar o CPC, a correspondência da palavra-chave diretamente na interface – bastará clicar sobre o CPC atual da palavra-chave e uma pequena janela abrirá possibilitando a alteração.

Mudar a Correspondência da Palavra-chave

Mudar a Correspondência da Palavra-chave

A busca avançada transformou-se num filtro em que poderemos, por exemplo, filtrar termos com 10 ou menos impressões, com CTR acima de 1% e muito mais.

Busca Avançada

Busca Avançada

A mudança será gradual, e para aqueles com receio em trabalhar na conta enquanto aprende a mexer na interface, durante toda a fase beta o Google permitirá migrar facilmente entre a atual versão e a nova.

E nos dias 1 e 14 de abril terá um treinamento online para ferramenta basta se inscrever e participar.

Links importantes:

- Inscrição da conta no beta test: http://services.google.com/adwords/aw_beta_signup
- Inscrição no treinamento online: http://www.google.com.br/centraldeagencias/

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Google Interest-based Ads

Posted on 11 março 2009 by Gustavo Abreu

O Google lançou hoje um novo modelo de publicidade: Interest-based advertising.

Ainda é uma ferramenta em teste e aqueles anunciantes que desejam experimentá-la preencher esse formulário: http://adwords.google.com/support/bin/request.py?display=form&f=audience

Mas como ela funcionará?

1 – O Google monitora a sua navegação através de cookies e identifica automaticamente a áreas de interesse do usuário;
2 – Através de outra ferramenta chamada Ads Preferences o Google permitirá ao usuário determinar por quais publicidades o usuário será impactado. O usuário escolhe suas áreas de interesse (Automóveis, Entretenimento, Esportes, etc.) e então o Google cria um cookie que monitorará o usuário durante sua navegação. Clique aqui, para acessar a ferramente.

O vídeo abaixo, explica em mais detalhes como isso funciona.

Ao monitorar o usuário seja automaticamente ou através das indicações dos usuários, o Google permitirá aos anunciantes que direcionem suas campanhas para um determinado interesse, impactando quem realmente está interessado.

Realmente, para os anunciante é uma ótima notícia poder focar ainda mais suas campanhas em público-alvos específicos. Porém para aqueles usuários que se sentem violado e gostam de privacidade pode parecer ruim. E para esses, o Google preparou  esse: http://www.google.com/privacy_ads.html

Outras Informações:

http://www.google.com/ads/preferences/html/intl/en/about.html
http://googlepublicpolicy.blogspot.com/2009/03/giving-consumers-control-over-ads.html
http://googleblog.blogspot.com/2009/03/making-ads-more-interesting.html

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Checklist – Campanhas de Links Patrocinados

Posted on 23 fevereiro 2009 by Wilson Garcia

Questionar-se freqüentemente ajuda no bom desempenho da campanha.

Como hábito, questiono coisas do tipo: será que está tudo certo com a campanha? Os resultados estão atingindo os objetivos?

Para minimizar minhas dúvidas, com o tempo fui elaborando um checklist que me fornece uma visão geral do que é fundamental acompanhar para manter a campanha em equilibro e a melhorar continuamente.

  • A configuração da campanha está apropriada para os negócios do anunciante? Incluindo orçamento diário, CPC, idioma, país, região, e opções de distribuição (rede de pesquisa, de conteúdo, etc.).
  • Os lances estão muitos altos ou baixos? Tenho motivos para deixá-los altos ou baixos?
  • A estrutura da conta esta logicamente bem organizada?
  • E as conversões? Será que está tudo correto com o monitoramento da campanha e do site? Vendas? Leads? Preenchimento de inscrição? Etc.
  • Estou trabalhando as diferentes variações de anúncios? Será que duas variações são o suficiente?
  • Se as palavras indicam um baixo desempenho, estou fazendo o suficiente para corrigir esta situação?

Enfim, questões como essas são necessárias e recomendadas para a manutenção e aprimoramento das campanhas.

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