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Exibição de anúncios com endereços

Posted on 28 setembro 2009 by Wilson Garcia

Apesar do recurso de exibição dos anúncios com endereços estar disponível desde de julho deste ano, acredito que ainda é desconhecido por muitos  anunciantes.

O Adwords disponibilizou um novo recurso que permite mostrar o endereço do anunciante com o anúncio quando for relevante.

Os endereços são exibidos quando relacionados à localização geográfica do usuário,  pela rede de pesquisa do Google, Google Maps e Google Earth.

Na busca do Google por exemplo, o anúncio de texto aparece com uma 5ª linha, logo abaixo da URL de visualização, que contém o endereço que você tiver definido.

lojakings_google

Outro exemplo é no Google Maps, além de ter a 5ª linha com o endereço, você também pode personalizar o ícone e imagens que aparecerão.

lojakings_maps

Como dito anteriormente, os endereços são exibidos quando relacionados à localização geográfica do usuário. Exemplificando caso minha campanha esteja direcionada somente para São Paulo, SP.

enderecos_anuncios

*Usuários que não são identificados pelo endereço IP vêem anúncios com extensão local se adicionarem palavras-chave relacionadas a estados e cidades em suas buscas no Google.

Para configurar as extensões de anúncios na nova interface do Adwords, basta acessar a aba de Configurações da campanha escolhida, e procure pela seção Público-alvo. Clique no sinal (+) em Exibir endereços relevantes nos anúncios (avançado) para ver as opções, que pode ser pelo vinculo da conta da Central  de Negócios do Google Maps ou pela inserção manual de endereço.

Informação adicional nunca é demais, principalmente aquelas que ajudam aos usuários da web a saber mais sobre sua empresa.

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Tire o maior proveito dos anúncios

Posted on 10 julho 2009 by Wilson Garcia

A disputa pelos espaços publicitários nos resultados de pesquisa está cada dia mais concorrida, e no meio de tantos anúncios como destacar minha empresa?

Daí surge nosso principal objetivo quando se cria um anúncio. Captar a atenção do usuário e diferenciar produtos ou serviços em relação aos concorrentes.

Para conseguirmos esse objetivo de forma relevante nos Links Patrocinados, e obviamente passar confiança aos interessados na busca, separei algumas regras que devemos considerar na criação dos anúncios:

Regra #1:  O título do anúncio deve coincidir com a busca realizada

A regra aqui é não ter apenas anúncios genéricos. É melhor criarmos um número maior de títulos específicos do que um número menor de anúncios sobre um tema geral. Possivelmente, a taxa de cliques (CTR) aumente, pois mostra aos usuários que o anúncio está associado com a pesquisa que eles estão efetuando.

Regra #2:  Conheça o seu público-alvo e fale a mesma língua deles.

Quando possível, faça variações de anúncios com jargões ou gírias para adequação da comunicação com o seu target. Ex.: “Compre sua camisa oficial do Mengão…” para torcedores do Flamengo.

Regra #3: Filtre seus “Prospects”

O processo de filtragem inicia com a seleção das palavras-chave e inclusão de palavras negativas. Mas ainda não é o suficiente.

Por exemplo, vamos imaginar que minha oficina só trabalhe com marcas importadas e na minha campanha tenho a palavra “oficina de carros”. Apesar de ser uma palavra ampla, meu anúncio é explícito ao ramo de atuação do meu negócio.

anúncio

 

 

 

Ademais, devo colocar preço no meu anúncio? Vale o teste! Se o usuário estiver num processo mais avançado da etapa de compra, possivelmente não vai clicar no seu anúncio se não gostar do preço ou da condição de pagamento evitando desperdiço do seu custo com o clique.

Regra #4 Insira frases de chamariz (Call to Action)

Estimule o seu potencial consumidor com anúncios atraentes e com frases de chamariz, mostre benefícios de seus produtos ou serviços, vantagens comerciais, como boas condições de pagamento, frete grátis, ofertas. Além das expressões: Conheça, Acesse, Compre, Ligue, Confira, Inscreva-se e etc.

Regra #5 Faça testes e escolha o mais eficaz

Não faça apenas um anúncio por grupo. A variação de anúncios possibilita o monitoramento e avaliação daqueles que não produz bom desempenho aos seus objetivos de marketing. Seja pela baixa taxa de cliques ou de conversões.

Ademais, não podemos esquecer de relacionar o anúncio para a página de destino apropriada.

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Maior exposição não garante bons resultados

Posted on 06 julho 2009 by Gustavo Abreu

Ainda hoje na publicidade, muitos confundem exposição com performance. Muitos pensam que para garantir bons resultados é necessária a exibição massiva de propaganda. E isso não ocorre somente na mídia off-line.

E quando transferimos isso para Links Patrocinados, muitos acreditam que aparecer na primeira posição e 24/7 é o modo mais eficiente de se garantir bons resultados. Pela minha experiência, não é.

O mais importante em uma campanha de LP com objetivos de desempenho – resultados mensuráveis que envolvem conversões – é compreender que não interessa quantas vezes eu exponho o usuário aos anúncios, mas sim como – o que ofereço a ele.

Vamos analisar o posicionamento.

Logicamente, que em termos muito concorridos, estar na primeira posição pode lhe trazer uma vantagem. A questão aqui é analisar o preço de estar em primeiro lugar, perguntar-se se compensa. Pois, se para ficar no topo for necessário um altíssimo CPC, certamente que isso afetará o seu resultado.

Naquelas palavras-chave menos concorridas e imprescindíveis para o negócio não é determinante estar lá em cima, uma posição intermediária é suficiente.

Minha experiência também indica que a exposição contínua e ininterrupta da campanha é algo a ser ponderado.
No caso, de termos mais importante, institucionais e que já se provaram extremamente eficientes, se for possível – e o investimento for suficiente – é interessante que seus anúncios aparecem todo momento no ar.

No entanto, aquelas palavras menos relevantes e no caso o investimento não ser suficiente, uma análise mais profunda se faz necessária. É fundamental analisar o comportamento do público-alvo do produto, compreender seus hábitos de compra e então definir os melhores horários e dias da semana para expor seus anúncios.

Tanto a experiência da empresa quanto as ferramentas disponíveis para Search Engine Marketing permitem que você recolha dados suficientes para um diagnóstico preciso do que sua campanha precisa.

Como dito, a exposição não lhe garante resultado, mas sim uma análise apurada e conhecimento dos mecanismos de Links Patrocinados.

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Ciclo de Compras – Rede de pesquisa e conteúdo – Parte 02/02

Posted on 28 maio 2009 by Wilson Garcia

A primeira parte deste artigo, comentei quais são as etapas do ciclo de compra que podemos considerar na rede de pesquisa e suas duas primeiras fases (Informações e Comparação).

A seguir continuaremos com a terceira e última fase da rede de pesquisa e as quatros etapas do ciclo para rede de conteúdo.

3. Decisão:

O consumidor já tem uma marca, modelo ou serviço específico preferido, mas ainda não esta seguro em qual empresa será realizado o melhor negócio.

Recomendação:

Grupos de palavras: termos específicos como “fiat punto turbo” e “ford ka flex” (automotivo); “curso de direito na fmu” e “faculdade de odonto na unip” (educação); “nike air max” e “tênis diadora aros ” (artigo esportivo);

Anúncios: colocar no título o termo + marca + modelo.  No descritivo colocar o preço. Pois se o consumidor não gostar do preço, não vai clicar e você economizará o custo desse clique;

Pagina de destino: direcionar para o produto específico buscado.

4. Pós-compra:

Para nós gerenciadores de campanha em Search, não necessariamente interessa saber se o comprador ficará satisfeito, um pouco satisfeito ou insatisfeito com a compra. Nosso objetivo nessa etapa é saber como podemos complementar a compra inicial.

Recomendação:

Grupos de palavras: termos genéricos e/ou específicos como “roda esportiva para o punto” e “acessórios para o ford ka” (automotivo); “curso de especialização em direito tributário” e “pós graduação em RH” (educação); “mochila para academia” e “suplemento alimentar para atletas” (artigo esportivo);

A estratégia para esse estágio é similar ao da busca por informações.

Para rede de conteúdo devemos desenvolver estratégias que provoquem o interesse do internauta, diferentemente da rede de pesquisa que a busca é realizada pelo consumidor intencionalmente.

O Google exemplifica de forma objetiva e explicativa as quatros fases do ciclo de compra da rede de conteúdo: Atenção, Interesse, Desejo e Ação.

Na prática o internauta que navega em algum site de conteúdo ainda não efetuou uma  busca , simplesmente a intenção inicial é o interesse pelo conteúdo exposto. O que acontece no momento da navegação é visualização do anúncio que gera a primeira fase do ciclo (Atenção), com o anúncio bem posicionado num site relevante para o produto ou serviço oferecido, temos a possibilidade do alcance da segunda fase do ciclo (interesse) pelo alinhamento do produto e público-alvo que visitam o site.

A continuidade do ciclo (desejo) são determinados pela seleção do produto, seus preços ou outras vantagens comerciais que influenciam a resposta do comprador com a efetivação da compra (ação).

ciclo-google21

Recomendação:

Para primeira e segunda fase o ideal é a utilização dos anúncios gráficos (banners) que possuem maior impacto que os anúncios em texto. A comunicação deve ser mais chamativa e apelativa do que os anúncios da busca.

Para terceira fase não aconselho usar anúncios genéricos para sites segmentados se o objetivo for conversação. Obviamente campanhas promocionais são mais atrativas.

Afinal nem sempre os internautas consumidores seguem seqüencialmente o ciclo, eles podem pular ou até voltar algumas etapas.

Espero ter colaborado de forma simples e objetiva a importância do ciclo de compra aplicada numa campanha distribuída pela rede de pesquisa e de conteúdo.

Lembrando que temos resultados diferentes para cada etapa do ciclo. Cada etapa possui um propósito e deve ser avaliada no momento da otimização.

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Ciclo de Compras – Rede de pesquisa e conteúdo – Parte 01/02

Posted on 21 maio 2009 by Wilson Garcia

Esse artigo tem como objetivo exemplificar de forma prática e intermediária como podemos alcançar todos os estágios de um modelo de ciclo de compras comum pensando em ações para links patrocinados e para anúncios veiculados pela rede de conteúdo.

Sabemos que muitas pessoas compram por impulso, mas também sabemos que muitas, entretanto, compram após passarem pelos estágios comum do processo de decisão de compra após o desencadeamento de uma determinada necessidade.

Nós profissionais de Search Marketing devemos entender o comportamento do consumidor para diferenciar e estruturar a campanha em grupos de palavras e anúncios relacionados a cada etapa do ciclo.

Para rede de pesquisa podemos fragmentar o ciclo em “Informações”, “Comparação”, “Decisão” e “Pós-Compra”.

1. Informações:

Os consumidores nesta etapa normalmente desempenham uma função de busca informativa. Por meio da busca de informações acabam tomando conhecimento de marcas concorrentes e seus atributos.

Recomendação:

Grupos de palavras: termos genéricos como “carros usados” e “carros novos” (automotivo); “faculdades” e “faculdades em são paulo” (educação); “tênis para corrida” e “tênis de basquete” (artigo esportivo);

Anúncios: destacar o nome da empresa e evitar preços;

Página de destino: para todos os serviços e produtos disponíveis referente à categoria buscada;

Palavras negativas: se os grupos de palavras-chave estiverem com correspondência de palavras-chave ampla ou de frase, podemos adicionar palavras negativas para ajudar a qualificar o clique. Exemplo: -medicina e –direito (faculdade de tecnologia); -toyota e –fiat (Concessionária Renault); -mizuno e –adidas (loja de artigos que vendem somente Nike e Puma).

2. Comparação:

Nesse estágio o consumidor já consegue avaliar as possíveis alternativas da concorrência, mas possivelmente ainda não tem um atributo relevante associado ao serviço ou produto.

Recomendação:

Grupos de palavras: termos semi-genéricos como “carro fiat” e “carro de luxo ford” (automotivo); “faculdade de direito” e “universidade de medicina” (educação); “tênis nike” e “tênis de basquete NBA” (artigo esportivo);

Anúncios: colocar no título o termo + marca e destacar as vantagens competitivas no descritivo;

Página de destino: para a categoria dos produtos daquela determinada marca ou serviço.

Darei continuidade ao assunto na segunda parte com as duas últimas etapas da rede de pesquisa e do ciclo da rede de conteúdo.

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Relevância e o Google

Posted on 12 abril 2009 by Wilson Garcia

O Google tem uma paixão pela palavra relevância, e é esse substantivo que o faz o buscador mais importante do mundo, tendo razão para tanto.

Em primeiro lugar, o Google é o buscador que oferece aos usuários resultados cada vez mais relevantes, seja na busca natural ou no espaço dedicado aos anúncios (links patrocinados).

Basicamente, o objetivo é reforçar a confiança dos usuários naquilo que procuram (qualidade dos resultados) com rapidez.

Outra razão que não é citada pelo Google quando falamos de relevância, é a rentabilidade. Imagine anúncios não relevantes para aqueles termos que estão sendo buscados, não somente desapontaria quem busca como significaria poucos cliques, ou melhor, pouca receita.

O Yahoo!Search, em contrapartida, só adotou a ordem de relevância com a chegada da plataforma Panamá (fevereiro de 2007), onde os anunciantes não eram induzidos a produzir anúncios focados na relevância para serem favorecidos, e sim no quanto estavam dispostos a pagar por lance em relação aos concorrentes. Posso dizer que muitos anunciantes se favoreceram do fato de patrocinarem termos genéricos com irrelevantes anúncios para receberem poucos cliques e beneficiarem do branding.

Evidentemente a fórmula do Google não é um cálculo para aumentar a lucratividade do seu modelo de negócio (PPC), mas recompensar os anunciantes que oferecem ao usuário o que ele deseja e punir aqueles que se aproveitam das dúvidas e questões levantadas pelos usuários na busca.

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Links Patrocinados – Por quê?

Posted on 02 abril 2009 by Wilson Garcia

Yes, We Can através do Links Patrocinados.

Tenho a opinião de que os Links Patrocinados ou Busca Paga deve ter sido a melhor coisa que já aconteceu para o Web Marketing.

Ter as páginas do seu site nas primeiras posições da busca natural não é fácil. A descrição oferecida ao usuário pode não ser o que ele procura ou mesmo pode não ser uma oferta cuidadosamente direcionada.

No caso dos Links Patrocinados, em particular o Google Adwords, é possível escrever no título e na descrição dos anúncios uma comunicação mais direta e interativa.

Induzimos o internauta para onde desejarmos, e por meio de tags monitoramos a navegação do mesmo, identificando comportamentos ou confirmando vendas.

Podemos também controlar a entrega e distribuição. Diferentes ofertas e promoções podem ser mostradas em diferentes épocas do ano.

Pausar a campanha, por exemplo, nos finais de semana se necessário, ajustar um ou outro grupo, palavra-chave que não geram um bom desempenho. Uma infinidade de recursos que permitem configurar a campanha da melhor maneira possível, de acordo com meus objetivos.

Pagar pelo trafego nos consente um grau de controle sobre a mensagem e o período da mesma.

Ademais, possuímos diversos mecanismos de busca em que podemos veicular, atingindo os mais variados públicos.

Podemos expor para usuários que buscam no Yahoo! Search ou UOL Links, além do Google.

Podemos utilizar a rede de parceiros desses buscadores/veículos.

É possível segmentar? Sim, direcionar apenas para áreas metropolitanas, outros países e até outros idiomas.

A intenção é de forma geral demonstrar que através do Paid Search temos o total controle sobre a mensagem, que é extremamente mais complicado com os resultados da busca natural.

Pagar por clique não é uma derrota, mas uma oportunidade de crescimento disponível para qualquer um interessado.

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Google Interest-based Ads

Posted on 11 março 2009 by Gustavo Abreu

O Google lançou hoje um novo modelo de publicidade: Interest-based advertising.

Ainda é uma ferramenta em teste e aqueles anunciantes que desejam experimentá-la preencher esse formulário: http://adwords.google.com/support/bin/request.py?display=form&f=audience

Mas como ela funcionará?

1 – O Google monitora a sua navegação através de cookies e identifica automaticamente a áreas de interesse do usuário;
2 – Através de outra ferramenta chamada Ads Preferences o Google permitirá ao usuário determinar por quais publicidades o usuário será impactado. O usuário escolhe suas áreas de interesse (Automóveis, Entretenimento, Esportes, etc.) e então o Google cria um cookie que monitorará o usuário durante sua navegação. Clique aqui, para acessar a ferramente.

O vídeo abaixo, explica em mais detalhes como isso funciona.

Ao monitorar o usuário seja automaticamente ou através das indicações dos usuários, o Google permitirá aos anunciantes que direcionem suas campanhas para um determinado interesse, impactando quem realmente está interessado.

Realmente, para os anunciante é uma ótima notícia poder focar ainda mais suas campanhas em público-alvos específicos. Porém para aqueles usuários que se sentem violado e gostam de privacidade pode parecer ruim. E para esses, o Google preparou  esse: http://www.google.com/privacy_ads.html

Outras Informações:

http://www.google.com/ads/preferences/html/intl/en/about.html
http://googlepublicpolicy.blogspot.com/2009/03/giving-consumers-control-over-ads.html
http://googleblog.blogspot.com/2009/03/making-ads-more-interesting.html

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Checklist – Campanhas de Links Patrocinados

Posted on 23 fevereiro 2009 by Wilson Garcia

Questionar-se freqüentemente ajuda no bom desempenho da campanha.

Como hábito, questiono coisas do tipo: será que está tudo certo com a campanha? Os resultados estão atingindo os objetivos?

Para minimizar minhas dúvidas, com o tempo fui elaborando um checklist que me fornece uma visão geral do que é fundamental acompanhar para manter a campanha em equilibro e a melhorar continuamente.

  • A configuração da campanha está apropriada para os negócios do anunciante? Incluindo orçamento diário, CPC, idioma, país, região, e opções de distribuição (rede de pesquisa, de conteúdo, etc.).
  • Os lances estão muitos altos ou baixos? Tenho motivos para deixá-los altos ou baixos?
  • A estrutura da conta esta logicamente bem organizada?
  • E as conversões? Será que está tudo correto com o monitoramento da campanha e do site? Vendas? Leads? Preenchimento de inscrição? Etc.
  • Estou trabalhando as diferentes variações de anúncios? Será que duas variações são o suficiente?
  • Se as palavras indicam um baixo desempenho, estou fazendo o suficiente para corrigir esta situação?

Enfim, questões como essas são necessárias e recomendadas para a manutenção e aprimoramento das campanhas.

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